Montreal Powersports inaugura loja em Balneário Camboriú (SC)

Concessionária oferece a linha completa dos produtos BRP em espaço exclusivo no coração do mercado náutico catarinense.
Fonte Mundo Press

Nova loja Montreal Powersports em Balneário Camboriú (SC) Crédito: Guilherme Fernandes/Montreal Powersports

Nova loja Montreal Powersports em Balneário Camboriú (SC) Crédito: Guilherme Fernandes/Montreal Powersports

A Montreal Powersports chegou em grande estilo a Balneário Camboriú, Santa Catarina. A nova loja da concessionária BRP oferece linha completa das motos aquáticas Sea-Doo, dos motores de popa Evinrude e dos veículos on-road e off-road da Can-Am. Com 600 metros quadrados, o espaço é exclusivo para show room e comercialização dos produtos, roupas e acessórios assinados pelas marcas do grupo canadense.

“Balneário Camboriú é o coração do mercado náutico no Estado”, comentou Leonardo Neto, da Montreal Powersports, que já é referência em solo catarinense por conta das operações da loja em Chapecó. “Temos ótimas expectativas para os negócios em Balneário Camboriú. Estamos em uma localização estratégica, a poucos metros da principal marina da região. A loja é climatizada e ficou muito bonita, segue os novos padrões de lay out da BRP”, continuou.

A inauguração oficial da nova Montreal Powersports foi no dia 9 de fevereiro, com a presença de clientes, parceiros e do vice-presidente e gerente geral regional da BRP na América Latina, Robert Lumley. “Ele apresentou os lançamentos da BRP para 2017. Os modelos já estão disponíveis na Montreal, com pronta entrega. Alguns destaques entre os lançamentos são as motos aquáticas Sea-Doo GTI, Spark Trixx e GTR 230, além do UTV Can-Am Maverick X3”, concluiu Neto. O site oficial da concessionária é www.montrealpowersports.com.br .

Montreal Powersports – Balneário Camboriú (SC)
Endereço:
Avenida Normando Tedesco, 5050 – Barra Sul
Telefone: (47) 2033-0014
Horário de funcionamento: De segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 13h30 às 18h30; Aos sábados, das 9h às 13h.

Montreal Powersports – Chapecó (SC)
Endereço: Avenida Getúlio Dorneles Vargas, 1505 – Centro
Telefone: (49) 3323-0084
Horário de funcionamento: De segunda a sexta-feira, das 8h30 às 12h e das 13h30 às 18h; Aos sábados, das 8h às 12h.

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Gabriel Varela – Família do esporte

Apesar de começar a praticar o esporte fora de estrada cedo, ingressou nas competições tarde,tendo como influência o pai. Hoje, a família se encontra nas pistas, em provas, muitas vezes competindo entre si. Começou correndo com quadriciclos e conquistou o prêmio Guidão de Ouro da Dirt Action, em 2015 (Os Melhores de 2014), de melhor piloto da modalidade. Se transferiu para os UTVs em 2015 e, apesar da pouca experiência com o novo veículo, conquistou títulos nacionais pilotando um equipamento praticamente original.Gabriel esteve na redação da Dirt Action e bateu um longo papo com a gente, falando sobre sua experiência no UTV, as dificuldades nos campeonatos brasileiros e seus planos para o futuro, inclusive a possibilidade de participar em provas internacionais.

Crédito: IC Fotos

Crédito: IC Fotos

DA – Apesar de praticar o esporte off-road desde pequeno, você passou a competir somente a partir de 2013 e já conquistou títulos nacionais. Fale um pouco sobre sua vida no off-road.
GABRIEL – Nasci em uma família apaixonada pelo off-road. O meu pai está nesse mundo há 33 anos e desde pequeno eu tenho contato com a modalidade. Comecei a fazer trilha cedo, sempre em contato com a terra. Mas somente em 2013 passei a competir como profissional, participando do Brasileiro de Rally, na categoria quadriciclos. Em 2015 eu me transferi para o UTV e conquistei o título de campeão brasileiro no ano passado.
Você disse que sua família pratica o esporte. Como é a competitividade entre vocês?
Sai briga (risos)! Não tem jeito, toda entrada de pista rola aquela aposta, de quem vai ser o mais rápido, de quem vai superar os demais. É pauta em todos os jantares em família.
Conquistar o título brasileiro em seu primeiro ano nos UTVs passa uma impressão de que a mudança não foi difícil. Como foi essa transferência?
Depois de três anos com os quadriciclos, decidi pilotar um UTV. O ano passado foi um período de adaptação. Realmente, trocar o guidão pelo volante não é uma tarefa fácil. Mas a experiência nos anos anteriores no Brasileiro foi fundamental para a adaptação. Você sabe como são as provas, e isso ajuda. O UTV também tem quatro rodas e, com a experiência anterior, eu sabia o que tinha que fazer, sempre escolhendo o lugar onde seu equipamento vai passar mais suave. O quadriciclo me ajudou muito a competir no UTV.
Na última temporada você competiu com um UTV praticamente original, como determina a sua categoria, e ainda assim venceu na geral, superando veículos preparados…
Isso realmente foi bom. Os organizadores do rali criaram uma categoria para competir com UTVs praticamente originais. Você compra o veículo na concessionária e tem que participar com ele original, só podendo utilizar produtos que são vendidos nas concessionárias. Se deseja trocar as rodas, só pode usar modelos oferecidos nas lojas. A única modificação no item segurança que pode ser realizada se refere aos pneus. Você pode escolher a marca e o modelo para usar nas competições. O resto, como suspensões, escapamento, barra de direção e motor, não. Isso acaba deixando a categoria equilibrada e barata; todos têm o mesmo equipamento. E tem a categoria Pro, onde você pode gastar o quanto desejar. A preparação é liberada, e o céu é o limite. Mas com a minha vitória na geral, penso que não é só o UTV que faz a diferença: a pilotagem é importante na prova. Conquistei o título na geral, competindo com pilotos de alto nível, competidores oficiais de grandes marcas, como Can-Am e Polaris, com muita experiência em UTVs.
Você participou de dois campeonatos, o Brasileiro de Rally Baja e o Brasileiro de Rally Cross Country. Eles não são muito diferentes? Como é competir em dois eventos ao mesmo tempo?
São duas provas completamente diferentes. No baja você vai sem navegador, sem um copiloto para lhe orientar e passar todas as instruções da prova, o roteiro. Você pilota sozinho, sem ajuda, só seguindo as setas. Os trechos são marcados, normalmente com 150 km de percurso em cada prova. É totalmente cercado por bumping e com setas orientando a direção a seguir, aonde estão os pontos mais desafiadores e até as zonas de radar, onde é preciso diminuir a velocidade e manter uma média de tempo. Já no cross country, o UTV muda completamente. Os equipamentos são outros. Por exemplo, é necessário um tanque de combustível extra, para maior autonomia. Também é obrigatório o navegador, que recebe uma planilha com todo o percurso. As provas são mais longas, como o Sertões, onde chegamos a percorrer 500 km de especial em um único dia. A tocada também é outra: no baja você anda livre e sem perigo; no Cross Country é preciso andar mais com a cabeça, administrando o pé. Não é toda curva que você ataca 100%, tem que andar rápido onde seus olhos enxergam.
Aproveitando que estamos falando sobre os campeonatos brasileiros, como você vê os nossos eventos? Eles precisam de alguma mudança?
Os dois campeonatos estão muito bons. O baja apresentou muitas provas, cruzando quase que o Brasil inteiro, com etapas no Tocantins, em Santa Catarina e São Paulo. Foi um campeonato bem completo, com todos os tipos de terreno e clima. Já o cross country apresentou provas mais distantes. Por exemplo, não aconteceram provas em São Paulo – foram mais nas regiões Nordeste e Sul, e isso requer mais dinheiro e tempo para participar do campeonato. Em 2016 nós tivemos uma prova com um formato diferente, as 6 Horas de Cordeirópolis, dentro de um autódromo de terra. Sendo uma prova de seis horas em dupla, nos obrigou ter muita estratégia e apoio completo da equipe. Largamos um ao lado do outro, alinhados, bem diferente de uma prova de rali. O gate tinha 25 carros alinhados para dividir a primeira curva de lado. Foi uma grande experiência. Tivemos problemas na classificação e fomos obrigados a largar na última posição, mas na terceira volta já estávamos próximos dos ponteiros e acabamos conquistando a vitória. Ela foi marcante também porque meu companheiro foi o meu pai! Nunca havia competido com ele, nem pilotando nem navegando. Foi a prova mais emocionante do ano pra mim. Ver o UTV andando na pista sendo pilotado pelo seu pai e obter um grande resultado foi mesmo incrível.

Confira a matéria completa na Revista Dirt Action #257
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UTVs e quadriciclos Can-Am concorrem ao Prêmio Guidão de Ouro 2017

Vencedores serão definidos por meio de votação aberta ao público até o dia 3 de março no site da revista Dirt Action
Fonte: Mundo Press

UTV Can-Am Maverick X3 X RS Turbo concorre ao Prêmio Guidão de Ouro 2017

UTV Can-Am Maverick X3 X RS Turbo concorre ao Prêmio Guidão de Ouro 2017

A Can-Am tem forte presença entre os finalistas do Guidão de Ouro 2017. A marca canadense concorre ao prêmio de “Melhor UTV” com o Maverick X3 X RS, o Maverick 1000 X ds Turbo e o Commander 1000 DPS. Entre os quadriciclos, o Outlander 450 HO, o Outlander 570 MAX DPS e o Outlander 1000 MAX XT-P são candidatos ao prêmio de “Melhor ATV”. Os vencedores serão definidos por meio de votação aberta ao público no site da revista Dirt Action, até o dia 3 de março.

Prestes a completar 12 edições, a premiação é realizada anualmente pela Adrenal Editora e tem grande participação dos fãs do off-road. Desde quando as categorias para quadriciclos e UTVs foram criadas, em 2014, os veículos da Can-Am conquistaram quatro troféus. A marca ainda é destaque por meio dos pilotos que aceleram os veículos nas principais competições do país, responsáveis por mais três taças (veja abaixo a galeria completa).

Em 2017, os finalistas ao prêmio de “Melhor Piloto de UTV” são os campeões brasileiros de rally baja Gabriel Varela e Deninho Casarini, além de Enrico Amarante, campeão nacional no rally cross country. Os resultados referem-se à temporada 2016, quando os três utilizaram o Can-Am Maverick 1000 X ds Turbo. André Suguita e Geison Belmont, que competiram com o quadri Can-Am Renegade no último ano, concorrem ao prêmio de “Melhor Piloto de ATV”.

Galeria de troféus da Can-Am no Prêmio Guidão de Ouro
Outlander 1000 MAX XT-P – Melhor ATV 2016
UTV Maverick MAX X rs 1000R – Melhor UTV 2015
Can-Am Renegade 1000 Xxc – Melhor ATV 2015
Outlander 1000 X mr – Melhor ATV 2014

Bruno Sperancini – Equipe Can-Am – Melhor Piloto de UTV 2016
Bruno Sperancini – Equipe Can-Am – Melhor Piloto de UTV 2015
Gabriel Varela – Equipe Can-Am – Melhor Piloto de ATV 2014

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UTVs e quadriciclos percorrem 384 km entre Tiradentes e Visconde de Mauá

Aventura off-road de três dias reúne 14 veículos Can-Am; Novo UTV Maverick X3 surpreende participantes.
Fonte: Mundo Press

Crédito: Marcos Vinícius Chaves

De Tiradentes (MG) a Visconde de Mauá, em Resende (RJ), um grupo vivenciou experiências únicas a bordo dos quadriciclos e UTVs da Can-Am. A aventura off-road contou com 14 veículos e percorreu 384 quilômetros de trilhas e belezas naturais nos dias 20, 21 e 22 de janeiro. O destaque da frota foram os dois representantes do novíssimo UTV Can-Am Maverick X3 X RS, os quais surpreenderam os participantes.

A expedição foi promovida pela Quadrijet, concessionária BRP em Nova Lima (MG), o que inclui os produtos da Can-Am. “O comentário foi que os Maverick X3 são do futuro. Entre outras qualidades, o que mais chamou a atenção foi o visual agressivo e a cabine com dirigibilidade moderna e protegida. Não há atoleiro que segure a máquina”, garantiu Neander Gualberto, da Minas Adventure Tour, responsável pela organização do evento da Quadrijet.

De Tiradentes, o grupo foi até Conceição do Ibitipoca, em Lima Duarte (MG), no primeiro dia. Os atrativos do caminho foram Barroso, Lugarejo de Bichinho e o almoço em Ibertioga. “De lá, seguimos para Conceição do Ibitipoca por 48 quilômetros de trilha. O dia teve muita lama, mesmo sem chuva.” No segundo dia, o roteiro passou por Bom Jardim de Minas e a Serra do Pacaú. “O trecho de serra teve 62 km de trilhas na mata e terreno muito escorregadio, mas todos se divertiram demais com as máquinas. O destino foi Santa Rita do Jacutinga (MG), que possui mais de 100 cachoeiras”, continuou Gualberto.

O terceiro dia teve muita diversão na água. “Fomos em um pesqueiro em Carlos Euler, na região de Bocaina de Minas, onde nadamos em uma cachoeira do Rio Largo. A Serra da Bocaina e a chegada em Visconde de Mauá fecharam muito bem a expedição, que teve chuva apenas nos quilômetros finais”, concluiu Gualberto. A Quadrijet promove passeios direcionados a proprietários de quadriciclos e UTVs com frequência. Os interessados devem entre em contato com a equipe da concessionária no telefone (31) 3581-3007.

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UTVs representam a categoria que mais cresce nas competições off-road

Família de veículos Can-Am Maverick aposta na chegada do novo X3 para ampliar hegemonia nos principais desafios do país na temporada 2017
Fonte: Mundo Press

Maverick X3 XRS

Foto: Angelo Savastano

Potentes, seguros e extremamente divertidos, os UTVs viraram febre e representam a categoria que mais cresce nas competições off-road do país. Os veículos produzidos pela Can-Am são referência no segmento. Atual tetracampeã do Rally dos Sertões, a família Can-Am Maverick conta com a chegada do novo X3 para ampliar a hegemonia nos principais desafios do país na temporada 2017.

A primeira aparição dos UTVs em solo nacional foi no fim de 2011, quando a CBM (Confederação Brasileira de Motociclismo) introduziu a classe de forma experimental no Rally dos Amigos. O grid foi de apenas sete participantes. No ano seguinte, passou a fazer parte dos campeonatos brasileiros de Rally Cross Country e de Rally Baja, além do Rally dos Sertões. A adesão às máquinas cresce a cada ano e em 2016 atingiu o grid de 55 veículos em uma prova do Brasileiro de Baja, recorde absoluto no Brasil.

“A divisão dos UTVs cresce a passos largos, assim como a evolução dos equipamentos”, comentou Adilson Kilca, diretor de rally da CBM. “Os UTVs conquistaram os pilotos de moto e de quadriciclo pela sensação do vento no rosto e do contato com o ambiente da prova. Além disso, a cabine traz mais segurança. Os pilotos de carro também se adaptaram facilmente e ainda encontraram uma forma mais econômica de competir”, comparou Kilca.

Mercado aquecido e o novo Can-Am Maverick X3 Desde o início da comercialização, em 2011, estima-se que o mercado de UTVs no Brasil triplicou. “Os veículos ainda têm muito potencial de crescimento. Temos um país que favorece a prática de atividades ao ar livre pelas dimensões continentais e os diversos tipos de paisagens. O cenário é perfeito para os UTVs, mesmo a circulação no Brasil sendo restrita a competições e áreas particulares fechadas”, disse Fernando Alves, gerente da operação BRP na América do Sul, grupo canadense responsável pela Can-Am.

“A fábrica tem como princípio a busca constante pela inovação, o que é fundamental para ser referência de vitórias nas principais competições off-road.” A família Can-Am Maverick ampliou sua hegemonia incontestável com o tetracampeonato dos UTVs no Rally dos Sertões, o mais duro desafio do calendário nacional – conquistado em 2016 pela dupla Bruno Sperancini/Breno Rezende.

O último ano também foi marcado pelos três títulos no Brasileiro de Rally Baja (com os pilotos Gabriel Varela, na classificação geral dos UTVs e na classe UTV Turbo, e Deninho Casarini, na UTV Pró). No Brasileiro de Rally Cross Country, Enrico Amarante confirmou as taças da classificação geral dos UTVs e da UTV Pró, o que aumentou ainda mais a extensa lista de títulos da Can-Am desde que os UTVs foram introduzidos nas competições nacionais (confira abaixo).

“Depois dos primeiros modelos Turbo de fábrica, a Can-Am voltou a elevar a categoria dos UTVs ao próximo nível. O lançamento para 2017 é o Can-Am Maverick X3, que possui três versões e o que há de mais inovador em termos de controle, conforto e potência”, concluiu Alves. De acordo com rigorosos testes internos, a máquina de 154 HP chega de zero a 85km/h em apenas 4.9 segundos, impulsionada pelo motor de Eficiência Avançada de Combustão (ACE) Rotax com turbo e intercooler.

Veja a galeria de títulos da família de UTVs Can-Am Maverick no Rally dos Sertões e nos campeonatos nacionais:

2016

Rally dos Sertões

Categoria UTV – Geral
Bruno Sperancini/Breno Rezende – Can-Am Maverick Xds

Classe UTV Super Production
Bruno Sperancini/Breno Rezende – Can-Am Maverick Xds

Classe UTV Pró
Gabriel Varela/Gabriel Morales – Can-Am Maverick Xds Turbo

Campeonato Brasileiro de Rally Baja

Categoria UTV – Geral
Gabriel Varela – Can-Am Maverick Xds Turbo

Categoria UTV Turbo
Gabriel Varela – Can-Am Maverick Xds Turbo

Categoria UTV Pró
Deninho Casarini – Can-Am Maverick Xds Turbo

Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country

Categoria UTV – Geral
Enrico Amarante – Can-Am Maverick Xds Turbo

Categoria UTV Pró
Enrico Amarante – Can-Am Maverick Xds Turbo

2015

Rally dos Sertões

Categoria UTV – Geral
Bruno Sperancini/Lourival Roldan – Can-Am Maverick Xds

Classe UTV Turbo
Vinícius Mota/Rafael Schimuk – Can-Am Maverick Xds Turbo

Campeonato Brasileiro de Rally Baja

Classe UTV Pró
Rodrigo Varela – Can-Am Maverick Xds Turbo

Classe UTV Turbo
Dimas de Melo Pimenta III – Can-Am Maverick Xds Turbo

Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country

Classe UTV Turbo
Vinícius Mota/Rafael Schimuk – Can-Am Maverick Xds Turbo

2014

Rally dos Sertões

Categoria UTV
Vinícius Mota/Rafael Schimuk – Can-Am Maverick

Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country

Categoria UTV
Bruno Sperancini – Can-Am Maverick

2013

Rally dos Sertões

Categoria UTV
Carlo Collet/Marcos Lara – Can-Am Maverick

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Rally Piocerá – Lucas Barroso é tetracampeão com o novo Can-Am Maverick X3 X RS

Após quatro dias de desafios ao lado do navegador Breno Rezende, piloto cearense amplia hegemonia e comemora em casa o título da edição de 30 anos do evento
Fonte: Mundo Press

Lucas Barroso e Breno Rezende vencem o Rally Piocerá 2017 com o novo Can-Am Maverick X3 X RS Crédito: Angelo Savastan

Lucas Barroso e Breno Rezende vencem o Rally Piocerá 2017 com o novo Can-Am Maverick X3 X RS Crédito: Angelo Savastan

Lucas Barroso e a família de veículos Can-Am Maverick confirmaram neste sábado (28) o quarto título consecutivo dos UTVs no Rally Piocerá. A bordo do novíssimo Maverick X3 X RS, o piloto cearense comemorou o feito em casa, na chegada em Caucaia, região metropolitana de Fortaleza. Ele superou mais de 900 quilômetros e quatro dias de desafios na edição de 30 anos do evento de regularidade, a qual teve início em Teresina, Piauí. “A equipe Terrabella Racing ajudou muito na conquista, assim como o parceiro Breno Rezende, que foi 100% na navegação. Outro fator fundamental foi o UTV, que é simplesmente incrível”, comentou Barroso.

A dupla competiu com o Maverick X3 X RS original de fábrica. “O UTV oferece ângulo de pilotagem que não cansa as pernas e os braços, sistema de suspensão inovador e muita potência e controle. O veículo está em um patamar superior no segmento dos UTVs, sem dúvidas não há nada parecido”, garantiu. “O roteiro foi muito difícil, cheio de pedras e pegadinhas na navegação. Exigiu bastante dos pilotos, navegadores e equipamentos”, continuou.

Para chegar ao tetra, foi necessário fazer prova de recuperação diante de um grid repleto de competidores experientes. “Tivemos problemas com o aparelho de navegação no primeiro dia e começamos em quarto lugar. Para vencer, tínhamos que ganhar os outros três dias de disputas. E foi o que fizemos. A virada foi diante de concorrentes fortes, entre eles o navegador Lourival Roldan, campeão recentemente no Rally Dakar – o que valorizou ainda mais o título”, concluiu.

O Rally Piocerá, que nos anos pares é chamado de Cerapió, ainda reuniu categorias para quadriciclos, motos, carros e bicicletas (disputada no formato velocidade). Os próximos desafios de Barroso serão a abertura do Norte Nordeste de Rally Baja (dia 18 de fevereiro em Campina Grande-PB) e o Rally RN 1500 (de 6 a 9 de abril em solo potiguar).

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Muita lama, erosão, fortes aclives e declives esperam por você em Amparo/SP

Fonte: Moto Adventure
Texto: Egon Jenckel

Mais de 50 pilotos de quadris e UTVs no encontro da concessionária Posto 6. Foto: Moto Adventure

Mais de 50 pilotos de quadris e UTVs no encontro da concessionária Posto 6. Foto: Moto Adventure

Localizada a 674 metros de altitude, com área urbana com 3.500 hectares e área rural de 41.058 hectares, Amparo é uma cidade do interior paulista distante 125 km da capital e 70 km de Campinas (SP). Independente do seu ponto de origem, os caminhos que levam até Amparo seguem por boas estradas, como, por exemplo, as rodovias SP-95, SP-352 e SP-360, que são bastante conhecidas dos motociclistas paulistas, que as buscam principalmente nos finais de semana, quando se dirigirem para famosos “points” motociclísticos, como Serra Negra, Morungaba, Monte Alegre do Sul ou Jaguariúna.

Além das boas estradas e do prazer de pilotar por estas pistas, quem vai para Amparo terá boas surpresas e poderá passear por suas ruas e praças. Será uma oportunidade de conviver, a um só tempo com o presente e o passado, já que a cidade conta com 535 prédios históricos listados pelo Condephaat. E isso é tão presente na cidade que Amparo também é conhecida como a Capital Histórica do Circuito das Águas.

DESCUBRA AMPARO
Ao chegar à cidade vale a pena rodar calmamente por seu centro histórico para admirar sua rica arquitetura. Dê uma parada para um bate-papo num café ou então descanse sob a sombra de uma árvore. Fora da área urbana, surgem belas fazendas, perfeitas para quem quer conhecer um pouco mais da nossa história, ou simplesmente curtir um belo passeio rural.

Uma das que oferecem opções de passeio é a Atalaia, que alia cultura, ecologia e gastronomia, oferecendo ao visitante um belo cenário do turismo rural do município. Por lá é possível participar da ordenha de vacas leiteiras, alimentar os animais, conhecer o processo de beneficiamento do café e fazer uma caminhada passando por plantações, mata nativa, casas de pedra e pelo antigo leito da estrada de ferro da Companhia Mogiana.

Destaque, também, para a Fazenda São Sebastião, na qual foram gravados programas de televisão, como a novela “Os Imigrantes”, produzida pela TV Bandeirantes nos anos 1980. Outro lugar interessante é a Fazenda Engenho das Palmeiras, que já serviu de cenário para as gravações da novela “O Rei do Gado”, da TV Globo. Com belíssimas pinturas do início do século XX nas paredes internas e nos tetos da casa sede, a Engenho das Palmeiras é a única fazenda local na qual funcionou um antigo engenho de cana de açúcar. No interior de sua sede encontram-se móveis, lustres e outros objetos da época áurea do ciclo do café. Mas, se você curte off-road e muita adrenalina, o melhor caminho a seguir é para a estrada que liga Amparo a Itapira e procurar a Fazenda Palmeirinha, que fica no bairro Pantaleão e, ali, conhecer o Rancho dos Amigos, principal ponto de eventos off-road da região.

RANCHO DOS AMIGOS
O lugar oferece infraestrutura com restaurante, estacionamento e, o melhor de tudo: várias opções de trilhas para quadris, motos e jipes. Desta forma, nos finais de semana o lugar recebe trilheiros de várias cidades que ali chegam em busca de desafios e diversão. E, como o relevo da região é muito acidentado, caracterizado por longos aclives e declives, trechos percorridos por dentro d’água, atoleiros, muitas pedras e travessias de matas, fica fácil imaginar a diversão que o aguarda.

TODAS AS TRIBOS
Além da adrenalina e dos desafios das trilhas, outro aspecto bacana do Rancho dos Amigos é a confraternização dos diferentes grupos de off-roaders que ali se encontram. Desta forma, além de dicas sobre trilhas, os pilotos sempre trocam informações sobre como é pilotar uma moto no meio do barro, ou então um jipe, um quadri ou um UTV. Destas conversas sempre surgem novas amizades e até mesmo passeios que mesclam esses diferentes veículos nas trilhas.

Exemplo disso foram os mais de 50 pilotos e seus quadris e UTVs que recentemente ali se encontraram a convite da concessionária Can-Am Posto 6, de Campinas. No dia deste encontro, logo cedo os quadris começaram a dar vida ao Rancho dos Amigos. Após o café da manhã e o briefing da trilha, todos partiram para encarar os desafios do lugar.

Como as trilhas ficam próximas à recepção do rancho, em alguns minutos todos estavam literalmente na lama. Nesse dia, para se ter uma ideia, o grupo rodou aproximadamente quatro horas e percorreu em torno de 20 km. Isso, evidentemente, por causa dos diferentes tipos de terrenos e as dificuldades que estes impuseram. Um outro ponto a favor foi a velocidade, que se manteve baixa durante todo o trajeto, minimizando, assim, riscos desnecessários. Isso sem falar que esse evento da Can-Am oferece guias especializados durante todo o percurso. E, como o lugar é feito sob medida para o off-road, em muitos trechos surgem vias alternativas e assim é possível contornar determinados obstáculos. Isso torna as trilhas mais acessíveis a pilotos de todos os níveis.

Para melhorar a coisa, pelos caminhos surgem diversos trechos de travessia de água, das mais rasas às mais fundas, com fundo de pedras, em areia ou com lama. Neste cenário, não faltaram boas risadas, principalmente quando alguém se enroscava numa erosão ou tomava um banho de lama num atoleiro. A adrenalina correu solta ao longo das quatro horas do passeio e os pilotos puderam colocar seus quadris à prova e assim provar toda resistência e prazer que estas incríveis máquinas proporcionam. Ao final da trilha a galera pode ainda curtir um almoço e trocar fotos, experiências e também combinar a participação em outras trilhas do Can-Am Adventure Tours, programa da marca canadense que tem ampla agenda de trilhas a bordo de quadriciclos por todo Brasil.

SERVIÇOS
Rancho dos Amigos (19) 3807-5426.
Fazenda Palmeirinha, Bairro Pantaleão, Amparo (SP)

Posto 6 – Concessionária Can-Am em Campinas (SP) (19) 3324-7525
Rua Bento de Arruda Camargo, 290, Jardim Santana, Campinas (SP)
www.posto6.com.br

*Matéria publicada na edição #167 da revista Moto Adventure.

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Lucas Barroso busca tetracampeonato dos UTVs no Rally Piocerá

Ao lado do navegador Breno Rezende, piloto do Ceará conta com o novo Can-Am Maverick X3 X RS na edição de 30 anos do evento.
Fonte: Mundo Press

Breno Rezende (à esquerda) e o piloto Lucas Barroso com o novo Can-Am Maverick X3 X RS Crédito: Divulgação/Terrabella Racing

Breno Rezende (à esquerda) e o piloto Lucas Barroso com o novo Can-Am Maverick X3 X RS Crédito: Divulgação/Terrabella Racing

O piloto Lucas Barroso está pronto para lutar pelo tetracampeonato dos UTVs no Rally Piocerá. O evento de regularidade completa 30 anos de história e tem largada programada para esta quarta-feira (25) em Teresina, capital do Piauí. O destino será Caucaia, na região metropolitana de Fotaleza (CE), palco da chegada neste sábado (28). Ao lado do navegador Breno Rezende, o cearense conta com o novíssimo Can-Am Maverick X3 X RS, que pela primeira vez poderá ser visto em ação nas competições off-road do Brasil.

“Eu não costumo ficar ansioso para as provas, mas desta vez é diferente porque estou muito empolgado para acelerar o Can-Am Maverick X3 X RS”, contou Barroso, representante da equipe Terrabella Racing. “Rodei quase 500 quilômetros para testar o UTV e fiquei impressionado. Além do sistema de suspensão, oferece uma posição de pilotagem que não cansa. O novo X3 é pura diversão e agora não vejo a hora de competir para valer”, acrescentou Barroso.

O Rally Piocerá, que nos anos pares é chamado de Cerapió, abre a temporada off-road e traz roteiros que unem os Estados do Piauí e do Ceará. Para a edição de 2017, a organização aguarda 500 competidores e ainda traz categorias para quadriciclos, motos, carros e bicicletas (disputada no formato velocidade).

“A categoria dos UTVs promete uma briga boa. Eu espero bastante água no caminho, pois tem chovido por aqui, o que deve complicar ainda mais a navegação”, finalizou Barroso. O percurso irá passar por vilas e povoados e atravessar zonas de caatinga, fazendas, serras, rios e riachos.

Rally Piocerá 2017 – Programação*
23/1 (Segunda-feira)

Vistorias técnicas no Teresina Shopping, em Teresina (PI)

24/1 (Terça-feira)
Briefing e largada promocional no Teresina Shopping, em Teresina (PI)

25/1 (Quarta-feira) – 1ª Etapa
Teresina (PI) / Piripiri (PI) – UTVs, quadriciclos, carros e motos
Teresina (PI) / Campo Maior (PI) – Bicicletas

26/1 (Quinta-feira) – 2ª Etapa
Piripiri (PI) / Viçosa (CE) – UTVs, quadriciclos, carros e motos
Ubajara (CE) / Ipú (CE) – Bicicletas

27/1 (Sexta-feira) – 3ª Etapa
Viçosa (CE) / Sobral (CE) – UTVs, quadriciclos, carros e motos
Circuito Serra de Meruoca (CE) – Bicicletas

28/1 (Sábado) – 4ª Etapa
Sobral (CE) / Caucaia (CE) – UTVs, quadriciclos, carros e motos
Circuito Serra do Juá (CE) – Bicicletas.

* A programação é fornecida pela organização do evento e está sujeita a alterações.

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BRP conquista certificação ISO 9001 para o Centro de Distribuição em SC

Grupo canadense mostra excelência na padronização do sistema operacional no Brasil com o selo auditado pelo Bureau Veritas Certificaton
Fonte: Mundo Press

Centro de Distribuição da BRP em Joinville (SC) conta com certificação ISO 9001 Crédito: Divulgação/BRP

Centro de Distribuição da BRP em Joinville (SC) conta com certificação ISO 9001 Crédito: Divulgação/BRP

A busca pela qualidade é contínua na BRP. O grupo canadense foi certificado pelas normas ISO 9001 em 2014, quando as operações no Brasil conquistaram o aval dos auditores do Bureau Veritas Certification. Com a mudança do Centro de Distribuição de produtos de Manaus (AM) para Joinville (SC), há um ano, a BRP passou por novo processo de certificação. Mais uma vez, mostrou excelência nos procedimentos de importação e logística e conquistou o cobiçado selo.

A importação via Porto Itapoá reduziu a poucos dias o processo de distribuição das motos aquáticas Sea-Doo, dos veículos off-roadroadsters da Can-Am e dos motores de popa Evinrude – marcas assinadas pelo grupo canadense. “Conquistamos o objetivo de otimizar a logística com a mudança do Centro de Distribuição e o passo seguinte foi a implementação da ISO 9001 em Joinville”, comentou Alexandre Gregório de Moraes, coordenador de Negócios em Sistemas de Propulsão Marinhos e Planejamento Estratégico do Pós-Vendas da BRP Brasil.

“Uma ação como esta, principalmente em um momento econômico delicado do país, traz resposta positiva da BRP sobre a intenção de expansão e de crença no mercado brasileiro”, continuou. “O grupo reforça o conceito da busca pela melhoria contínua, partindo do preceito de que é fundamental padronizar processos para que sejam medidos e constantemente aprimorados. A certificação ISO 9001 nos obriga a revisitar conceitos e fortalecer valores na busca de soluções que direcionem o nosso negócio a entregar produtos com perfeição, a um preço justo aos consumidores finais”, concluiu Gregório.

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Can-Am Maverick X3 liberta a fera off-road que existe em nós

O Can-Am Maverick X3 chegou para libertar a fera off-road que existe em cada um de nós.
Fonte: Mundo Press

Can-Am Maverick X3 X DS em ação na trilha.

O lançamento da marca assinada pela BRP eleva a outro nível a capacidade de um UTV esportivo de alto rendimento, pronto para enfrentar qualquer tipo de terreno sem perder o conforto e o pleno controle da máquina.

O DNA de competição já vem de fábrica e é referência na família de veículos Can-Am Maverick, atual tetracampeã da categoria para UTVs no Rally dos Sertões. De cara, o X3 traz visual agressivo e inconfundível, o qual molda a cabine Ergo-Lok, responsável por colocar o piloto em contato direto com o “coração” do UTV. Construída ao redor dos ocupantes, a nova cabine traz assentos baixos, para aumentar a confiança e diminuir o centro de gravidade.

Ao iniciar o projeto pela melhor posição de pilotagem, a equipe de desenvolvimento Can-Am construiu o X3 ao redor de sua cabine inovadora. Foi necessário revolucionar em todos os itens para garantir tamanha potência: pilotagem, reações da suspensão e até a instalação de um grande espelho retrovisor, para acompanhar tudo que ficou para trás.

Com os recursos, o piloto tem a possibilidade de praticamente decolar em terra firme, enquanto o novo sistema de suspensão e os amortecedores Fox Podium eliminam os obstáculos e os concorrentes. O X3 oferece experiências ainda mais desafiadoras com extrema segurança e estabilidade, e o domínio fica completo com uma suspensão capaz de enfrentar todos os desafios do ambiente off-road.

Maverick X3 X DS Turbo em ação no deserto

Grande destaque, a nova suspensão traseira de quatro links TTX dispõe de curso de 20 a 24 polegadas nos modelos X3 – simplesmente as maiores medidas do mercado. O sistema apresenta braço oscilante de três pontos de conexão, dedicados a controlar a inclinação, o que permite geometria perfeita e ininterrupta mesmo em final de curso. Os resultados são a incomparável transferência de potência às rodas, sem solavancos, a resposta precisa da direção e a maior confiança em altas velocidades.

De acordo com rigorosos testes internos, a máquina de 154 HP chega de zero a 85km/h em apenas 4.9 segundos, impulsionada pelo motor de Eficiência Avançada de Combustão (ACE) Rotax com turbo e intercooler. O lançamento da Can-Am está disponível em três versões: Maverick X3 Turbo R (Preço sugerido: R$ 99.990,00; Acesse as especificações), Maverick X3 X DS (Preço sugerido: R$ 109.990,00; Acesse as especificações) e Maverick X3 X RS (Preço sugerido: R$ 119.990,00; Acesse as especificações).

O Can-Am Maverick X3 X RS, versão topo de linha, é o primeiro UTV de fábrica com 182,9 cm de largura, perfeito para andar nas dunas e desertos. Tudo porque a busca constante por velocidade e precisão não parou até que os engenheiros da Can-Am aumentassem um pouco mais a bitola, e o resultado foi um ganho no desempenho impressionante.

O modelo traz amortecedores dianteiros FOX Podium RC2 2.5 HPG Piggyback com bypass e compressão de dupla velocidade. Na parte de trás, possui amortecedores FOX Podium 3.0 RC2 HPG com bypass, reservatório remoto e ajustes de retorno e compressão. A suspensão traseira com braços oscilantes (TTX), perfeita para os saltos que vierem no caminho, completa o rendimento preciso e inigualável do Can-Am Maverick X3 X RS.

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