Can-Am reforça apoio às equipes oficiais da marca para as provas de rali 2020

Fonte: Carbono.AG Agência de Comunicação

  • Equipes largarão com o Maverick X3, que é o UTV líder na preferência dos pilotos, campeão por 3 vezes consecutivas do Dakar. Marca ainda é a campeã do Sertões por 7 vezes
  • Can-Am é apoiadora oficial do Sertões 2020
Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin com o Maverick X3 - Crédito: Doni Castilho

Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin com o Maverick X3 - Crédito: Doni Castilho

A Can-Am, marca de veículos off-road do Grupo BRP, já está preparada para levantar poeira das competições pelo Brasil em 2020, e que terão início a partir de agora, seguindo todos os protocolos e orientações das autoridades em saúde de cada localidade. A marca, que é a preferida dos pilotos de UTVs, confirmou apoio oficial ao Sertões 2020, que acontece de 31 de outubro a 8 de novembro, além de reforçar sua presença entre as equipes.

As equipes que contarão com o apoio da marca, sete vezes campeã do Sertões, largarão com o Can-Am Maverick X3, UTV campeão do Rally Dakar, por três vezes consecutivas. Com 195hp, a maior potência original de fábrica de seu segmento, o Maverick X3 tem o maior curso de suspensões e ergonomia totalmente focada no conforto do piloto, o que fazem dele o preferido dos competidores.

Para Fernando Alves, Gerente Comercial da BRP para o Brasil, embora seja um ano de grandes desafios, a Can-Am mantém seu compromisso de incentivo ao esporte. “A marca tem um histórico de apoio às mais importantes competições off-road pelo mundo, e sabe que esse apoio é importante ao esporte. Contudo, sabemos que, nesse momento, precisamos estar alinhados com todos os protocolos de segurança priorizando a saúde dos competidores e dos cidadãos das localidades por onde passarem”, comentou o executivo.

Vencedora das últimas sete edições do Sertões, a Can-Am fechou apoio oficial para três fortes equipes, que já saem com grandes chances de títulos.

A marca está renovando o apoio à equipe Can-Am Monster Energy Divino Fogão Rally Team com a família Varela, que terá as seguintes duplas de pilotos e navegadores, respectivamente: Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin, Gabriel Varela e Eduardo Shiga, Rodrigo Varela e Gunar Dums, e Bruno Varela e Gustavo Bortolanza.

“É até difícil dizer o quanto a Can-Am tem sido importante nos nossos resultados nos últimos anos”, diz Reinaldo Varela. “Especialmente nos ralis, não apenas a velocidade, mas também a confiabilidade e resistência são fundamentais. Fatores como torque nas retomadas, capacidade de resistir a saltos não apenas altos, mas também longos, manobrabilidade e equilíbrio nas várias situações definem não apenas o seu resultado na prova, mas também a sua segurança. Mostramos isso, por exemplo, durante toda a temporada de 2019, nos ralis que disputamos seja no deserto do Saara ou na neve da Rússia, e, também, nas igualmente exigentes trilhas do Sertões e do Campeonato Brasileiro de Cross-Country. Em todas essas ocasiões, nosso UTV passou pelos mais difíceis tipos de piso que um veículo pode enfrentar. O Can-Am é um guerreiro”, descreveu o patriarca Reinaldo Varela, que já disputou as principais competições off-road na categoria UTV, sendo o piloto responsável pelo título do Maverick X3 no Dakar, em 2018, o primeiro dentre os 3 títulos conquistados pela Can-Am na competição. Em 2019, o piloto adicionou o título mundial FIA ao currículo, também o primeiro da marca nessa categoria.

Neste ano, a marca também confirma o apoio aos tricampeões brasileiros no Cross-Country e campeões do Sertões 2019, Deni Nascimento, e seu navegador, Idali Bossi, da equipe Bompack Racing.

Compartilhando o mundo dos UTVs nas competições desde 2015, dois anos depois Deni estreou com o Maverick X3. “O apoio da Can-Am em 2020 é o reconhecimento não somente às conquistas da Bompack Racing, mas de modo geral ao esporte off-road no País. Estamos muito orgulhosos com essa parceria e ansiosos para voltarmos às competições, de forma segura e seguindo as orientações de saúde”, comentou Deni Nascimento.

A Can-Am também ressalta a importância da diversidade nesse esporte de força e determinação. Por isso, a terceira equipe que terá o apoio oficial da marca é formada pela experiente piloto Helena Deyama e sua navegadora, Joseane Koerich. Com 25 anos de experiência em competições off-road, Helena acumula vitórias nas principais competições, como Rally Cross Country e Rally Baja com UTV, além das 14 participações no Sertões, na categoria carro, em 12 delas subiu ao pódio.

Com orgulho, a piloto sustenta o pioneirismo em participação feminina no Sertões, na categoria UTV, e neste ano, repete a dose na direção de um Maverick X3. “Em 2018, fomos a primeira dupla feminina a participar do Rally dos Sertões de UTV, encerrando a prova na 5ª colocação da categoria Over 45. Foi um sonho realizado. As expectativas para o Sertões 2020 estão bem altas, estamos muito felizes com essa parceria com a Can-Am. Sabemos que será um ano bem desafiador, mas estamos preparadas para fazer um rali perfeito, sem problemas, e chegar em Preá, no Ceará, bem classificadas e subir novamente no pódio, mostrando o quanto esse Can-Am Maverick X3 é resistente e reafirmar o espaço feminino nesse esporte”, reforça Helena Deyama.

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Revista Dirt Action – Entrevista Reinaldo Varela

REINALDO VARELA - CAMPEÃO DA EXPERIÊNCIA.
Fonte: Revista Dirt Action – Ed. JUN/2020.

Varela e Gugelmin no Rally Dakar_2020. Crédito: Divulgação Can-Am

Varela e Gugelmin no Rally Dakar_2020. Crédito: Divulgação Can-Am

O paulista Reinaldo Varela é um dos fenômenos do esporte a motor brasileiro. Aos 60 anos de idade, somente na temporada 2019 ele disputou o Dakar, o Sertões e o Mundial de Rally Cross Country, sempre como favorito. Ao lado do navegador catarinense Gustavo Gugelmin, Varela enfrentou os principais nomes da categoria UTV mundial, figurando atualmente como o melhor piloto das últimas três temporadas do Dakar, além de ter conquistado o tricampeonato mundial em outubro passado. Não foi à toa que os leitores da Dirt Action o elegeram como vencedor do prêmio Guidão de Ouro. Nesta entrevista, Varela, que tem a incrível marca de 36 títulos nacionais e internacionais, falou com exclusividade de suas façanhas: “Esse negócio de ser favorito nunca me fez a cabeça. Se eu sou ou não sou, nunca fez diferença alguma quando entro no carro de corrida”.

Dirt Action – No ano passado, você disputou o Dakar, o Sertões e o Mundial de Rally Cross Country. Como consegue fazer tudo isso de forma competitiva partindo do Brasil, que está afastado do centro mundial do rali?
R. VARELA – Hoje o mundo dos ralis é muito profissional. No nível dessas competições que você mencionou há grandes equipes que precisam ter sob contrato pilotos e navegadores que consi – gam entregar os resultados esperados pelos patrocinadores. Então, realmente não importa de qual país você é. O que interessa é o que sabe fazer e como vai se integrar no time, pois nos ralis o espírito de equipe é um dos fatores decisivos. Nesse aspecto, eu e o meu navegador, Gustavo Gugelmin, temos encontrado bons parceiros. No aspecto físico, costumo dizer que atualmente não existem distâncias intransponíveis. Atualmente, no mesmo tempo que vou de carro de São Paulo para Ribeirão Preto, no interior do estado, eu praticamente chego na Europa de avião. Ou mais ou menos isso. As distâncias hoje são relativas.

DA – Qual é a diferença do Reinaldo de hoje, aos 60 anos, do Reinaldo dos anos 90, que já conquistava títulos importantes?
RV – Depois que senta em um carro de rali, você não pensa em idade. Na minha idade você acaba, sim, usufruindo do aprendizado de diversos anos, que é uma vantagem. Mas perde em outros aspectos, que os mais jovens têm a seu favor. O importante é você saber jogar com isso, considerando que os ralis cross country são de longa duração. Então, há espaço para estratégia e inteligência no uso dos recursos de cada um. Mas não sinto que a minha idade faz diferença, pelo menos ainda não, pois não me afeta em nada quando estou ao volante, competindo em qualquer uma dessas provas difíceis. Até hoje tem sido assim. É importante não levar certas coisas para dentro do carro ou da sua mente. Você tem que entrar na competição pensando em somente fazer o melhor que puder. E esse melhor pode até superar o que você já fez há muitos anos. Acho que é isso o que tem acontecido comigo.

DA – Você tem 36 títulos nacionais e internacionais. Além do talento, qual é o segredo para tanto sucesso?
RV – Os títulos são resultados de um processo que você vai construindo para conseguir ter sucesso no esporte. Você não vence um Sertões de repente, ou melhor dizendo, naquela edição específica do Sertões. Na verdade, você vem construindo essa vitória ao longo de um período de aprendizado e aperfeiçoamento. Vencer um campeonato também é assim. Você tem que ter um pouco mais de paciência em algumas provas para poder usufruir melhor dos seus recursos em outras. E, assim, brigar pelo título. Eu sempre me preocupei muito com o título – e não especialmente com vitórias em corridas. Dessa forma você trabalha melhor a parte estratégica e evita situações que o tirariam de determinadas provas. Ou seja, você administra melhor os riscos. Muitas vezes acontece algum problema mecânico, quebra ou batida e você sabe que não tem mais chance de vencer aquela corrida. Então você precisa começar a administrar a situação em favor do campeonato. O ideal é entender que está disputando um campeonato, e não somente uma única corrida. A vitória em uma prova é legal, mas some na memória, o pessoal esquece. Já o campeonato fica com você, é uma lembrança permanente de toda a comunidade do rali.

DA – Com 60 anos, você foi favorito no Dakar, no Sertões e venceu seu terceiro Mundial em 2019, uma façanha inédita. O que faz para se manter em forma e encarar os melhores do mundo em um esporte tão exigente no aspecto físico?
RV – Esse negócio de ser favorito nunca me fez a cabeça. Se eu sou ou não sou, nunca fez diferença alguma quando entro em uma corrida. Meu foco é sempre fazer o melhor que a nossa equipe consegue. Dito isso, é claro que um piloto que quer ser competente precisa ter disciplina, se manter em forma e se dedicar. Cuidar da mente e do corpo, estar bem consigo mesmo. Não adianta fazer muito exercício, preparar o corpo e esquecer da mente. Aí qualquer probleminha que tiver em casa ou no trabalho vai te afetar. Fisicamente, você pode até ser um robô, só que mentalmente você pode estar despreparado. É um conjunto que deve ser sempre analisado por inteiro: físico, mente, equipe, navegador, cada mecânico… É a soma de tudo isso que te faz aguentar qualquer desafio.

DA – Com Dakar, Sertões e Mundial, sua temporada 2019 foi provavelmente a mais radical realizada por um piloto brasileiro no ano. Vai repetir o roteiro em 2020? O que te atrai em cada uma dessas corridas?
RV – Ter feito essas três competições foi muito bom para mim como profissional e torço para que outros brasileiros também sigam esse caminho. Devo destacar também o trabalho e a qualidade do meu navegador. Gustavo Gugelmin é um verdadeiro craque e tem feito muita diferença no nosso desempenho. Voltando às competições, elas possuem roteiros completamente diferentes. O Dakar, que é uma corrida muito completa, técnica e também longa, exige muito da dupla em todos os níveis. A preparação para disputar o Dakar por si só já é um desafio à parte. O Sertões é uma corrida igualmente disputada e também é muito veloz. Basicamente, é uma prova que do começo ao fim você tem que andar forte, pois ela geralmente tem muitos competidores de nível alto, que focam tudo o que têm para ganhar. É o ponto alto deles aqui no Brasil e, então, eles vão para o tudo ou nada. Se você bobear, fica para trás. Já no Mundial há dois tipos de competidores. O primeiro está nas equipes locais dos países onde a prova será realizada. Eles estão ali para tentar vencer as equipes do Mundial. E você tem os times do Mundial mesmo, que fazem o campeonato inteiro. Mas aqui o ritmo de prova é um pouco diferente porque as etapas diárias são muito longas. Então, se você quebra em uma delas, é bem difícil voltar ao grupo dos líderes. Os terrenos também são muito variados, indo do calor e areia do Saara à neve da Rússia. É uma complicação, e até os trechos de deslocamento podem ser bons desafios. Sim, 2019 foi um ano espetacular pra gente. E a nossa meta é repetir essas três competições em 2020.

DA – Você é um dos pilotos que migrou de outra categoria para os UTVs. No seu caso, veio dos carros. Por que fez essa opção?
RV – Eu saí dos carros e logo na primeira vez que pilotei um UTV da Can-Am, em 2016, me apaixonei. É muito gostoso de andar. É um carro macio, ágil, muito bom de pilotar. Eu até resisti, queria ficar nos carros, onde fiz a maior parte da minha carreira. Mas logo de cara eu praticamente “vesti” o Can-Am. Acho que foi a decisão certa. No UTV você tem uma experiência sensorial muito mais ativa, pois vento, poeira, chuva, tudo isso vai direto em cima de você porque o cockpit é aberto. Isso faz muita diferença para quem busca sensações fortes na competição. Não penso em voltar para os carros.

DA – O que aconselha para quem quer seguir seus passos?
RV – Pra quem quer começar no rali, meu primeiro conselho é: faça tudo com responsabilidade e segurança. Eu já tive vários acidentes e se não fosse muito cuidadoso com a segurança, acho que minha carreira teria acabado faz tempo. Tem que usar equipamentos homologados e não brincar com isso. Segundo conselho: procure orientação profissional de boas equipes. Informe-se. Isso vai não apenas vai te ajudar a aprender e ser competitivo, como também a gastar menos ou gastar de forma mais racional. Terceiro conselho: automobilismo é um esporte ingrato. Só tem um vencedor. Há muito mais momentos difíceis do que de vitórias. Então, comemore cada pequena conquista. Dê valor a tudo que conseguir. Eu fiz isso e não me arrependo. Muito pelo contrário.

DA – O que significa para você vencer o Guidão de Ouro, uma votação feita diretamente pelos fãs do esporte?
RV – Fiquei contente de ter participado. Só a minha inclusão entre os candidatos já foi muito legal. É um prêmio que eu não tinha conquistado ainda e foi muito significativo. Gostaria de parabenizar os organizadores por essa iniciativa. É importante para um competidor profissional ver seu trabalho reconhecido. Este troféu vai entrar na minha estante como um dos mais importantes da minha carreira. Estou muito feliz. O mais legal é ser reconhecido pelos fãs do esporte, que é quem vota no prêmio. Acredito que esse tipo de reconhecimento não tem preço para um atleta.

DA – Qual mensagem gostaria de mandar para os leitores da Dirt Action?
RV – Gostaria de pedir que continuem apoiando os brasileiros que competem no exterior, representando o nosso país. Há muitos pilotos levando a bandeira do Brasil que não têm conquistado a atenção do nosso público, até em virtude de haver poucas publicações que nos dedicam espaço nobre, como a Dirt Action. E quero também incentivá-los a praticar o nosso esporte que, além de divertido e emocionante, une as pessoas. A comunidade do rali é uma grande família, temos muito em comum e isso nos une nas corridas e em outras aventuras. Obrigado à revista por esse espaço maravilhoso. E aos fãs do esporte também agradeço, do fundo do coração, tanto carinho. A atenção de vocês só me faz amar ainda mais o rali. Obrigado mesmo!

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A matéria está disponível na edição de Junho/2020 da Revista Dirt Action.

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BRP lança manifesto mundial com mensagem positiva para enfrentamento da Covid-19

  • Vídeo com o manifesto reúne embaixadores mundiais das marcas do Grupo BRP, dentre elas Can-Am e Sea-Doo, colaboradores e CEO do Grupo;
  • Em todo mundo, a BRP tem feito doações de equipamentos de segurança;
  • No Brasil, grupo doou máscaras ao Lar dos Velhinhos de Campinas;
  • Com a #PiloTamosJuntos, BRP do Brasil chama sua comunidade para união durante isolamento.

Fonte: Carbono.AG Agência de Comunicação

BRP lança manifesto mundial com mensagem positiva para enfrentamento da Covid-19

BRP lança manifesto mundial com mensagem positiva para enfrentamento da Covid-19

O Grupo BRP, líder global no segmento de veículos motorizados esportivos, sistemas de propulsão e embarcações, lançou nesta semana, um manifesto mundial com mensagens positivas para o momento de quarentena vivido em diversos países em consequência da pandemia da Covid-19.

Abordando a necessidade e a possibilidade de seguir em frente, diante das dificuldades do atual cenário, a mensagem do Grupo BRP ressalta o espírito aventureiro dos clientes das marcas, bem como a união de todos, como pilares para a superação e enfrentamento deste momento desconhecido, convidando seus parceiros, clientes, pilotos e toda a comunidade de praticantes das modalidades esportivas relacionadas às suas marcas a permanecerem unidos e conectados até que possam voltar ao convívio social.

O vídeo do manifesto reúne embaixadores das marcas do Grupo, como Ken Block e Brian Deegan, embaixadores da Can-Am, Randy Cabrera, Anthony Radetic e Bri Andrassy, embaixadores da Sea-Doo, clientes, colaboradores e o Presidente e CEO, José Boisjoli. A mensagem salienta os percalços das situações esportivas e passeios em terrenos acidentados, ou diante de ambientes e regiões não explorados, comparando-os ao atual momento que tem exigido de todos o espírito de adaptação, inovação e superação.

Confira o vídeo em nosso Instagram ou Youtube.

Para todas as subsidiárias, o Grupo mantém a orientação de seguirem as recomendações das autoridades de saúde locais, e tem trabalhado para contribuir positivamente para a situação. Em várias comunidades em que está presente, houve a doação de equipamentos de suas linhas comerciais, desenvolvidas com altos padrões de qualidade e segurança, que se adequem às necessidades e recomendações de saúde, com relação à transmissão da Covid-19.

No Brasil

A BRP do Brasil também está chamando a comunidade de pilotos e clientes aventureiros para esta conexão neste período de isolamento com a hashtag #PiloTamosJuntos, por meio das redes sociais das marcas Can-AmSea-Doo.

“Sem dúvida, trata-se de um momento de grandes desafios que exigem paciência e um apoio mútuo, para que todos possam ultrapassar esse cenário de forma tranquila. A BRP do Brasil está tomando todas as precauções sobre os cuidados com seus colaboradores e parceiros, e ajudando a comunidade, além de oferecer esse apoio aos nossos clientes”, comentou Fernando Alves, Gerente Comercial da BRP para o Brasil.

Além disso, a BRP do Brasil está atenta às formas com as quais pode contribuir para a comunidade em que está presente, e doou seu estoque de máscaras contra poeira da marca Can-Am, ao Lar dos Velhinhos de Campinas, cidade sede da sua operação no País.

As máscaras são produzidas em Neoprene, material macio e lavável, e utilizam um filtro, que pode ser substituído, o que garante a perfeita higienização e proteção, conforme orientações dos órgãos de saúde.

O Lar dos Velhinhos de Campinas é uma Organização da Sociedade Civil, sem fins lucrativos, que conta com trabalho voluntário para atender, em regime asilar, idosos de ambos os sexos, em situação de vulnerabilidade social e sem a possibilidade de autocusteio.

As equipes de colaboradores da BRP do Brasil também receberam as máscaras Can-Am, projetadas originalmente para uso extremo em competições off-road, protegendo contra poeira, partículas e odores.

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Can-Am leva três prêmios no Guidão de Ouro 2020

Fonte: Carbono AG. – Assessoria de Imprensa BRP Brasil

Can-Am leva três prêmios no Guidão de Ouro 2020

Can-Am leva três prêmios no Guidão de Ouro 2020

A Can-Am foi a grande vitoriosa em três categorias da premiação Guidão de Ouro 2020, promovida pela Revista Dirt Action, da Adrenal Editora, especializada em competições offroad. A votação popular elegeu os melhores veículos e pilotos dos campeonatos e eventos da temporada de 2019.

Nas categorias de veículos, o Can-Am Maverick X3 XRC Turbo RR dominou e levou a melhor na categoria UTV, e o Can-Am Outlander MAX XT-P 1000R foi o melhor da categoria ATV.

Esse reconhecimento da Can-Am perante o público, reforça todas as qualidades de resistência, perfomance e robustez de seus produtos. A confiabilidade que os pilotos e clientes têm na marca refletem diretamente nesse resultado“, comentou Fernando Alves, Gerente Comercial da BRP para o Brasil, ressaltando o desempenho da Can-Am como a marca mais vencedora do País em campeonatos offroad, nos últimos três anos, e como a grande campeã do Rally dos Sertões nos últimos sete anos.

Os veículos Can-Am somam uma história de sucesso na premiação Guidão de Ouro. Na categoria ATV, a Can-Am levou os títulos de 2014, 2015, 2016 e 2018, e na categoria melhor veículo UTV, nos anos de 2015, 2017 e 2018.

Na Categoria Piloto UTV, Reinaldo Varela, da equipe Monster Energy Varela Can-Am, sagrou-se campeão, pela primeira vez, na premiação da Dirt Action. “Foi incrível ver meu trabalho reconhecido pela votação popular. Ou seja, os fãs do esporte e praticantes do fora de estrada me escolheram como o melhor piloto da temporada. É uma grande alegria que divido com minha família, com a nossa equipe Monster Energy Varela Can-Am, e em especial com meu parceiro e navegador Gustavo Gugelmin – um craque que tenho ao meu lado. Sem eles eu jamais teria conquistado o que consegui no ano passado. Obrigado a todos que votaram em mim“, comemorou Reinaldo Varela, que ao longo da carreira somou nada menos que 36 títulos nacionais e internacionais, incluindo o Dakar 2018 nos UTV, sendo o único tricampeão mundial do País.

Acompanhe, abaixo, as conquistas da Can-Am na premiação Guidão de Ouro nos anos anteriores:

Veículos
Can-Am Maverick X3 Max X RS – Melhor UTV 2018
Can-Am Outlander 1000 Max Limited – Melhor ATV 2018
Can-Am Maverick 1000 X DS Turbo – Melhor UTV 2017
Can-Am Outlander 1000 MAX XT-P – Melhor ATV 2016
Can-Am Maverick MAX X RS 1000R – Melhor UTV 2015
Can-Am Renegade 1000 XXC – Melhor ATV 2015
Can-Am Outlander 1000 X MR – Melhor ATV 2014

Pilotos
Bruno Varela – Melhor Piloto de UTV 2018
Geison Belmont – Melhor Piloto de ATV 2018
Enrico Amarante – Melhor Piloto de UTV 2017
Geison Belmont – Melhor Piloto de ATV 2017
Bruno Sperancini – Melhor Piloto de UTV 2016
Bruno Sperancini – Melhor Piloto de UTV 2015
Gabriel Varela – Melhor Piloto de ATV 2014

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Rally Minas Brasil 2020 reforça preferência dos pilotos de UTV pela Can-Am

Richard Fliter vence a prova na categoria UTV com o Can-Am Maverick X3, em Minas Gerais.
Fonte: Carbono.AG Agencia de Comunicação – Assessoria de Imprensa BRP Brasil

Richard Fliter vence a prova na categoria UTV com o Can-Am Maverick X3, em Minas Gerais.

Richard Fliter vence a prova na categoria UTV com o Can-Am Maverick X3, em Minas Gerais. Crédito: Doni Castilho

O piloto Richard Fliter, da equipe Casarini Racing, venceu a primeira etapa do Campeonato Brasileiro de Rally Baja 2020. Após o segundo dia de prova, Richard somou o tempo de 3 horas 52 minutos e 18 segundo a bordo de um Can-Am Maverick X3.

O 3º Rally Minas Brasil contou com um circuito totalmente inédito com cerca de 300km em dois dias de prova. Entre 6 e 8 de março, as cidades de Patos de Minas e Presidente Olegário (MG) receberam grandes nomes do automobilismo off-road nacional nas categorias de UTVs, motos e carros.

A etapa foi marcada pela pequena diferença de tempo total entre os primeiros colocados. Disputando em casa, Maurício Rocha, da Quadrijet Racing, ficou na segunda colocação, seguido por Cristiano Batista, da Transmáquinas Racing, Christian Klawa, da KD Racing e Aristides Mafra Jr, da Bompack/Sanáutica. A diferença entre o primeiro e o terceiro colocado foi de apenas 32,8 segundos. Todos eles pilotaram o UTV Maverick X3 da Can-Am na prova.

Richard Fliter, que não pôde disputar todas as provas do campeonato em 2019, afirma que esse ano seu objetivo é ser campeão: “Estou muito feliz com a primeira posição logo na primeira etapa. Me senti muito à vontade, pois já corri muito de moto nesse tipo de terreno. O UTV estava espetacular, com a preparação toda feita pela Casarini. A gente anda no limite e, apesar de todo o desafio do circuito, com muita erosão, muito buraco e muita pedra, o UTV foi espetacular. “, afirmou Richard. E completou: “Agora, vou focar nas próximas etapas, pois o meu objetivo é ser campeão brasileiro do Baja 2020“.

Os UTVs Can-Am marcaram forte presença na competição. 27 entre os 30 pilotos inscritos enfrentaram os desafios do circuito mineiro a bordo de um Can-Am Maverick X3. O modelo é consagrado entre os maiores pilotos profissionais de UTV em todo o mundo.

Essa mesma preferência pôde ser vista no Rally Dakar 2020, a prova off-road mais dura do mundo, em que a Can-Am foi campeã, em janeiro, pela terceira vez consecutiva.

Campeonato Brasileiro de Rally Baja 2020 – 1ª etapa
Resultados (extraoficiais) – Categoria UTVs

Posição Piloto Modelo Tempo
1 RICHARD FLITER #106 Can-Am Maverick X3 3:52:18.0
2 MAURICIO ROCHA #102 Can-Am Maverick X3 3:52:35.2
3 CRISTIANO BATISTA #120 Can-Am Maverick X3 3:52:56.9
4 CHRISTIAN KLAWA #109 Can-Am Maverick X3 3:53:29.7
5 ARISTIDES MAFRA JR #137 Can-Am Maverick X3 3:55:48.4
6 FABIO RUEDIGER #139 Can-Am Maverick X3 3:56:53.2
7 MARCO ORTEGA GARCIA #123 Polaris  Pro Xp 3:56:59.9
8 JOSE BASSETTO #114 Can-Am Maverick X3 3:57:44.9
9 RICARDO GALLI #111 Can-Am Maverick X3 3:59:28.2
10 CRISTIANO DE CAMARGO #119 Can-Am Maverick X3 4:01:00.9

Calendário completo do Campeonato Brasileiro de Rally Baja 2020

Etapa Data
1ª Etapa em MINAS BRASIL 08/03/2020
2ª Etapa em ARAÇATUBA 29/03/2020
3ª Etapa em CUESTA 17/05/2020
4ª Etapa em ROTA SANTA CATARINA 07/06/2020
5ª Etapa em RALLY DE INVERNO 19/07/2020
6ª Etapa em ROTA SUDESTE – A DEFINIR 20/09/2020
7ª Etapa em SERRA AZUL 18/10/2020
8ª Etapa em RALLY DOS CAMPEÕES 29/11/2020
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Veículos da estação brasileira na Antártida encaram neve e carga pesada

Estação científica brasileira foi reinaugurada na semana passada, após ser destruída por um incêndio há cerca de 8 anos.
Matéria: Alessandro Reis - UOL
Fonte: Marinha do Brasil

Quadriciclo BRP Can-Am Outlander 650

Quadriciclo BRP Can-Am Outlander 650. Imagem: Divulgação

A Marinha do Brasil reinaugurou na semana passada a Estação Comandante Ferraz, na Antártida, reconstruída oito anos após um incêndio destruir boa parte das instalações. Destinada ao trabalho científico, a base instalada na Península Keller, na Ilha Rei George, ocupa uma área construída de aproximadamente 4.500 m², distribuída em três grandes blocos e que inclui 17 laboratórios.

As instalações trazem equipamentos para pesquisas em áreas como meteorologia, biociências, química, microbiologia e biologia molecular. Também contam com um heliporto. A estação científica brasileira dispõe, ainda, de uma frota de veículos para trabalho em terra, capazes de transportar cargas e executar uma série de tarefas no rigor das baixas temperaturas – que incluem nevascas e tempestades.

Entre os veículos utilizados na estação, estão uma moto de neve BRP Ski-Doo Skandic e quadriciclos Can-Am Outlander 650.

As temperaturas baixas e a neve dificultam a circulação de veículos convencionais, equipados com rodas e pneus. Por isso mesmo a equipe da base científica na Antártida tem à disposição um exemplar da moto de neve, tracionada por uma esteira na parte de trás. Para direcioná-la, o piloto conta com dois esquis na dianteira. A Skandic traz adaptações para dar partida mesmo com os termômetros abaixo de zero.

A estação conta ainda com sete unidades do Can-Am Outlander 650, utilizado para transporte de pessoal em superfície terrestre. O quadriciclo pode ser adaptado com esteiras para rodar na neve. Conta com tração 4×4, pneus todo-terreno e motor de 650 cm³ com 63 cv de potência, mais transmissão CVT. O modelo 2020 tem capacidade para rebocar até 750 kg.

A estação conta ainda com tratores e uma carregadeira para os trabalhos mais pesados, como carregamento de pallets, remoção de neve, etc.

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Rally Dakar – Can-Am domina disputa e é campeã dos UTVs pelo terceiro ano consecutivo

Can-Am Maverick X3 é o UTV de 19 dos 20 competidores mais rápidos da categoria; Brasileiros Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin vencem última etapa e fecham prova em nono lugar do ranking.
Fonte: Mundo Press

Equipe Monster Energy/Can-Am/South Racing comemora título dos UTVs no Rally Dakar 2020, na Arábia Saudita. Crédito: MCH Photography

Equipe Monster Energy/Can-Am/South Racing comemora título dos UTVs no Rally Dakar 2020, na Arábia Saudita. Crédito: MCH Photography

A Can-Am ampliou o seu domínio no Rally Dakar e, pelo terceiro ano consecutivo, é a grande campeã da categoria para UTVs (SxS) no desafio off-road mais difícil do planeta. Após 12 dias de disputas e quase oito mil quilômetros percorridos na Arábia Saudita – cerca de cinco mil deles de trechos cronometrados -, a 42ª edição da prova coroou de forma inédita os norte-americanos Casey Currie e Sean Berriman, da Monster Energy/Can-Am/South Racing. Com vitória na 12ª e última etapa, realizada nesta sexta-feira (17/1) entre Haradh e Qiddiya, local da chegada, os brasileiros Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin, da mesma equipe oficial, fecharam as disputas em nono lugar do ranking.

Categoria que mais cresce nos ralis, os UTVs foram uma atração à parte no Dakar. Em 12 etapas, as disputas foram marcadas pelo equilíbrio e por cinco líderes distintos, todos eles acelerando o UTV Can-Am Maverick X3. Casey Currie e Sean Berriman construíram o resultado dia após dia e, após liderarem o ranking na terceira etapa, voltaram ao topo da tabela no sétimo dia de prova – e não saíram mais de lá. Assim, os norte-americanos entram para o restrito hall de campeões da Can-Am no Rally Dakar, que já inclui as duplas Francisco “Chaleco” Lopez/Álvaro Quintanilla (2019), do Chile, e Reinaldo Varela/Gustavo Gugelmin (2018).

Em 2020, o UTV Can-Am Maverick X3 foi a escolha de 33 dos 46 competidores inscritos no Rally Dakar. O veículo, sinônimo de alta performance e durabilidade, voltou a dominar o ranking da categoria: dos 20 primeiros dos UTVs, 19 aceleraram o Can-Am Maverick X3. Outro fato que reforça o domínio da marca canadense é que, dos 31 competidores que terminaram a prova, 28 utilizaram veículos da Can-Am.

Brasileiros no top 10 – Além do título do Dakar em 2018, os brasileiros Gustavo Varela e Gustavo Gugelmin são os atuais campeões mundiais de Rally Cross Country da classe T3. A dupla mostrou na prática porque é uma das mais respeitadas do cenário mundial e encerrou a prova no top 10, em nono lugar, após fazer uma prova de recuperação.

Logo na etapa de abertura, os brasileiros perderam o volante do carro após uma quebra no sistema de direção. Eles não desistiram e improvisaram o conserto com o que tinham, no caso duas chaves de boca, e Varela passou os 153 quilômetros finais daquela etapa conduzindo o veículo de forma inusitada. Quando chegaram, em 38º lugar, foram aplaudidos pela criatividade e força de vontade.

A partir daí, mesmo com muitas dificuldades pelo caminho, os brasileiros travaram uma “escalada” no ranking, subindo posições a cada dia, e ainda foram fundamentais no trabalho de equipe da Monster Energy/Can-Am/South Racing, focado em garantir o título geral para os companheiros Currie e Berriman. Varela e Gugelmin venceram duas etapas da prova, a oitava e a 12ª.

“Foi um Rally Dakar muito difícil, como todos. Para chegar, é preciso fazer o possível e o impossível”, diz o experiente piloto Varela, de 60 anos. “Tivemos problemas logo no começo, o que é normal em uma corrida, e depois o nosso foco foi ajudar a equipe Monster Energy/Can-Am/South Racing na conquista o título, o que também foi muito importante. O UTV Can-Am Maverick X3 é, sem dúvidas, o melhor equipamento que poderíamos ter, é o mais confiável e com o melhor desempenho. Agradeço a toda a torcida do Brasil, que é a gasolina para a gente acelerar cada vez mais, e no ano que vem estaremos novamente no Dakar”, acrescenta o paulista.

O navegador catarinense Gugelmin, 38 anos, avaliou o balanço da dupla no Dakar como positivo. “Foi um Dakar totalmente diferente, no qual tivemos que colocar toda a nossa engenhosidade em prática para sair daquela situação adversa do primeiro dia. A gente sempre espera brigar pelo título, mas rali é isso mesmo, uma surpresa a cada curva, a cada montanha, sempre há novos desafios. Foram muitos aprendizados, a começar pelo terreno, clima e cultura diferentes da Arábia Saudita, e chegamos muito bem, no top 10, e com saúde. É isso que importa. O Can-Am Maverick X3, mais uma vez, se mostrou imbatível. Ser o UTV dos nove entre os 10 primeiros da prova é muito proveitoso para a marca”, conclui.

A 42ª edição do Dakar teve início no dia 5 de janeiro, em Jedaah, e programou um dia de descanso até a linha de chegada em Qiddiya. Além dos UTVs, a tradicional prova contou com categorias para motos, quadriciclos, carros e caminhões.

Rally Dakar 2020 – Categoria UTVs (SxS)

Resultado final acumulado (extraoficial) – Dez primeiros
1 – #405 – Casey Currie / Sean Berriman (EUA) – 53:25:52 – Can-Am Maverick X3
2 – #411 – Sergei Kariakin / Anton Vlasiuk (RUS) – 54:05:04 – Can-Am Maverick X3
3 – #400 – Francisco “Chaleco” Lopez / Juan Pablo Vinagre (CHI) – 54:18:28 – Can-Am Maverick X3
4 – #404 – Conrad Rautenbach (ZWE) / Pedro Bianchi Prata (POR) – 54:38:11
5 – #410 – Jose Antonio Lopez / Diego Gil (ESP) – 54:46:30 – Can-Am Maverick X3
6 – #420 – Jesus Puras / Xavier Blanco (ESP) – 55:45:07 – Can-Am Maverick X3
7 – #417 – Axel Alletru (FRA) / Francois Begun (BEL) – 55:50:15 – Can-Am Maverick X3
8 – #427 – Austin Jones / Kellon Walch (EUA) – 56:23:30 – Can-Am Maverick X3
9 – #402 – Reinaldo Varela / Gustavo Gugelmin (BRA) – 59:09:53 – Can-Am Maverick X3
10 – #433 – Santiago Navarro / Marc Terradellas (ESP) – 59:10:27 – Can-Am Maverick X3


Resultados da 12ª etapa (extraoficiais) – Dez primeiros
1 – #402 – Reinaldo Varela / Gustavo Gugelmin (BRA) – 01:36:19 – Can-Am Maverick X3
2 – #409 – Blade Hildebrand (EUA) / Francois Cazalet (FRA) – 01:36:43
3 – #427 – Austin Jones / Kellon Walch (EUA) – 01:39:37 – Can-Am Maverick X3
4 – #411 – Sergei Kariakin / Anton Vlasiuk (RUS) – 01:39:59 – Can-Am Maverick X3
5 – #420 – Jesus Puras / Xavier Blanco (ESP) – 01:40:36 – Can-Am Maverick
6 – #400 – Francisco “Chaleco” Lopez / Juan Pablo Vinagre (CHI) – 01:41:24 – Can-Am Maverick X3
7 – #404 – Conrad Rautenbach (ZWE) / Pedro Bianchi Prata (POR) – 01:42:01
8 – #401 – Gerard Farres Guell / Armand Monleon (ESP) – 01:43:50 – Can-Am Maverick X3
9 – #417 – Axel Alletru (FRA) / Francois Begun (BEL) – 01:44:28 – Can-Am Maverick X3
10 – #442 – Saleh Alsaif (SAU) / Moad Alarja (JOR) – 01:45:02 – Can-Am Maverick X3

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Rally Dakar – Último dia será nessa sexta-feira, 17

Rally Dakar – Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin partem para o último dia do Dakar 2020.
Fonte: Mundo Press

 Image    No top 10 dos UTVs, brasileiros partem para o último dia do Rally Dakar 2020      Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin completam 11ª etapa com o Can-Am Maverick X3; Norte-americanos Casey Currie e Sean Berriman, também da Monster Energy/Can-Am/South Racing, seguem líderes da categoria  Imagem Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin a bordo do UTV Can-Am Maverick X3 no penúltimo dia do Rally Dakar 2020, na Arábia Saudita. Crédito: MCH Photography

Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin no UTV Can-Am Maverick X3- Rally Dakar 2020, na Arábia Saudita. Crédito: MCH Photography

O Rally Dakar revela os campeões da edição 2020 nesta sexta-feira (17/1), em Qiddiya, na Arábia Saudita. Em décimo lugar do ranking para UTVs (SxS), os brasileiros Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin, da equipe Monster Energy/Can-Am/South Racing, completaram a 11ª e penúltima etapa da prova nesta quinta-feira (16/1), a bordo do UTV Can-Am Maverick X3.

O trajeto do dia teve início em Shubaytah e retorno para Haradh, com 744 quilômetros, sendo 379 cronometrados. O percurso finalizou a segunda parte da disputa em formato maratona, na qual os participantes não puderam ter ajuda das equipes de apoio.

Com alguns imprevistos ao longo do caminho, Varela e Gugelmin concluíram a etapa na 30ª colocação. “Tivemos problemas e paramos para fazer os ajustes necessários. Viemos devagar para conseguir terminar. O mais importante nesse momento é completar a competição amanhã com o nosso Can-Am Maverick X3”, conta o piloto atual campeão mundial de Rally Cross Country da classe T3 e dono do título do Dakar em 2018, ao lado do navegador Gugelmin e com o mesmo modelo de UTV.

A vitória na penúltima etapa ficou com os chilenos Francisco “Chaleco” Lopez e Juan Pablo Vinagre. Porém, a liderança continua nas mãos da equipe Monster Energy/Can-Am/South Racing, com Casey Currie e Sean Berriman, dos Estados Unidos, donos da ponta do ranking desde o sétimo dia. Eles vão para a última especial com vantagem de 45min33s sobre os vice-líderes, os russos Sergei Kariakin e Anton Vlasiuk.

A divisão para UTVs cresce a cada ano no Rally Dakar e é uma das mais acirradas da competição em 2020, mas sempre com domínio da Can-Am – a marca que assina 33 dos 46 veículos inscritos na categoria. Entre os 10 primeiros do ranking dos UTVs, nove competidores utilizam o veículo Can-Am Maverick X3.

A etapa final da 42ª edição do Dakar, nesta sexta-feira (17), será entre Haradh e Qiddiya, na Arábia Saudita. Serão percorridos 447 quilômetros, sendo 374 contra o relógio, em um trajeto que promete dar trabalho aos navegadores na parte final. A tradicional prova conta em 2020 com 12 dias em terras sauditas e 7800 quilômetros no total (pouco mais de 5000 km de especiais). A competição inclui, além dos UTVs, as categorias para motos, quadriciclos, carros e caminhões.

Rally Dakar 2020 – Categoria UTVs (SxS)

Acumulado (extraoficial) – Dez primeiros
1 – #405 – Casey Currie / Sean Berriman (EUA) – 51:39:32 – Can-Am Maverick X3
2 – #411 – Sergei Kariakin / Anton Vlasiuk (RUS) – 52:25:05 – Can-Am Maverick X3
3 – Francisco “Chaleco” Lopez / Juan Pablo Vinagre (CHI) – 52:37:04 – Can-Am Maverick X3
4 – #404 – Conrad Rautenbach (ZWE) / Pedro Bianchi Prata (POR) – 52:56:10
5 – #410 – Jose Antonio Lopez / Diego Gil (ESP) – 52:58:04 – Can-Am Maverick X3
6 – #420 – Jesus Puras / Xavier Blanco (ESP) – 54:04:31 – Can-Am Maverick X3
7 – #417 – Axel Alletru (FRA) / Francois Begun (BEL) – 54:05:47 – Can-Am Maverick X3
8 – #427 – Austin Jones / Kellon Walch (EUA) – 54:43:53 – Can-Am Maverick X3
9 – #433 – Santiago Navarro / Marc Terradellas (ESP) – 57:22:22 – Can-Am Maverick X3
10 – #402 – Reinaldo Varela / Gustavo Gugelmin (BRA) – 57:33:34 – Can-Am Maverick X3

Resultados da 11ª etapa (extraoficiais) – Dez primeiros
1 – #400 – Francisco “Chaleco” Lopez / Juan Pablo Vinagre (CHI) – 4:59:51 – Can-Am Maverick X3
2 – #419 – Aaron Domzala / Maciej Marton (POL) – 5:10:44 – Can-Am Maverick X3
3 – #404 – Conrad Rautenbach (ZWE) / Pedro Bianchi Prata (POR) – 5:12:27
4 – #410 – Jose Antonio Lopez / Diego Gil (ESP) – 5:13:05 – Can-Am Maverick X3
5 – #420 – Jesus Puras / Xavier Blanco (ESP) – 5:13:58 – Can-Am Maverick X3
6 – #411 – Sergei Kariakin / Anton Vlasiuk (RUS) – 5:16:10 – Can-Am Maverick X3
7 – #405 – Casey Currie / Sean Berriman (EUA) – 5:17:17 – Can-Am Maverick X3
8 – #401 – Gerard Farres Guell / Armand Monleon (ESP) – 5:22:45 – Can-Am Maverick X3
9 – #429 – Kees Koolen / Jurgen Goorbergh (HOL) – 5:23:22 – Can-Am Maverick X3
10 – #442 – Saleh Alsaif (SAU) / Moad Alarja (JOR) – 5:29:06 – Can-Am Maverick X3
30 – #402 – Reinaldo Varela / Gustavo Gugelmin (BRA) – 6:48:18 – Can-Am Maverick X3

Roteiro* Rally Dakar 2020 / Categoria para UTVs

17/1
Etapa 12 – Haradh / Qiddiya
Deslocamento – 73 km
Especial – 374 km
Total do dia – 447 km

As informações são fornecidas pela organização do evento e estão sujeitas e alterações.

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Na reta final do Rally Dakar, Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin fecham etapa em sexto lugar entre os UTVS

Fonte: Mundo Press

Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin a bordo do UTV Can-Am Maverick X3 no décimo dia do Rally Dakar 2020, na Arábia Saudita. Crédito: MCH Photography

Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin a bordo do UTV Can-Am Maverick X3 no décimo dia do Rally Dakar 2020, na Arábia Saudita. Crédito: MCH Photography

A dupla Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin completou mais uma etapa do Rally Dakar 2020. Os brasileiros da Monster Energy/Can-Am/South Racing fecharam nesta quarta-feira (15/1), entre Haradh e Shubaytah, na Arábia Saudita, o décimo e antepenúltimo dia de disputas na sexta colocação dos UTVs (SxS), com o veículo Can-Am Maverick X3. Na classificação geral, eles mantêm o nono lugar.

A etapa, válida pela primeira parte da maratona, na qual os competidores não podem ter ajuda externa, teria inicialmente 608 quilômetros, sendo 534 cronometrados. Porém, devido às condições climáticas e por questões de segurança, a organização interrompeu a prova no km 345.

“Foi tudo bem hoje e não tivemos problemas. Paramos apenas para ajudar o Chaleco Lopez, mas foi bem rápido. O Can-Am Maverick X3 passou perfeitamente pelo primeiro dia de maratona e seguimos tranquilos com o comboio até o nosso acampamento”, destaca Varela, atual campeão mundial de Rally Cross Country da classe T3 e dono do título do Dakar em 2018 nos UTVs, com o navegador Gugelmin.

O dia também foi positivo para as outras duplas da equipe Monster Energy/Can-Am/South Racing, que terminaram a etapa no top 10. Os espanhóis Gerard Farres Guell e Armand Monleon ficaram em terceiro. Já Casey Currie e Sean Berriman, dos Estados Unidos, finalizaram em sétimo, porém, continuam na liderança na classificação, com vantagem de 46min40s para o segundo colocado.

Além do ranking, a Can-Am domina a competição com o maior número de UTVs inscritos. Dos 46 veículos, 33 são da marca canadense, que é campeã das últimas duas edições do Dakar com o Can-Am Maverick X3.

O Dakar 2020 entra na reta final e, nesta quinta-feira (16/1), os competidores completam a maratona entre Shubaytah e Haradh, na Arábia Saudita para onde a caravana retorna no 11º e penúltimo dia. O trajeto total da 11ª etapa conta com 744 quilômetros, sendo 379 de trechos cronometrados, mais uma vez, repleto de dunas e na rota dos garimpeiros do ouro preto, que exploraram a região.

Faltam apenas dois dias para o fim da 42ª edição do Dakar, que termina na próxima sexta-feira (17/1), em Qiddiya. Ao todo, a prova conta com 12 dias em terras sauditas e percorrerá 7800 quilômetros (cerca de 5000 km de especiais). Além dos UTVs, a competição inclui as categorias de motos, quadriciclos, carros e caminhões.

Rally Dakar 2020 – Categoria UTVs (SxS)

Acumulado (extraoficiais) – Dez primeiros
1 – #405 – Casey Currie / Sean Berriman (EUA) – 46:22:15 – Can-Am Maverick X3
2 – #411 – Sergei Kariakin / Anton Vlasiuk (RUS) – 47:08:55 – Can-Am Maverick X3
3 – #400 – Francisco “Chaleco” Lopez / Juan Pablo Vinagre (CHI) – 47:37:13 – Can-Am Maverick X3
4 – #404 – Conrad Rautenbach (ZWE) / Pedro Bianchi Prata (POR) – 47:43:43
5 – #410 – Jose Antonio Lopez / Diego Gil (ESP) – 47:44:59 – Can-Am Maverick X3
6 – #427 – Austin Jones / Kellon Walch (EUA) – 47:59:38 – Can-Am Maverick X3
7 – #417 – Axel Alletru (FRA) / Francois Begun (BEL) – 48:35:24 – Can-Am Maverick X3
8 – #420 – Jesus Puras / Xavier Blanco (ESP) – 48:50:33 – Can-Am Maverick X3
9 – #402 – Reinaldo Varela / Gustavo Gugelmin (BRA) – 50:45:16 – Can-Am Maverick X3
10 – #433 – Santiago Navarro / Marc Terradellas (ESP) – 51:37:08 – Can-Am Maverick X3

Resultados da 10ª etapa (extraoficiais) – Dez primeiros
1 – #412 – Mitchell Guthrie (EUA) / Ola Floene (NOR) – 2:23:47
2 – #409 – Blade Hildebrand (EUA) / Francois Cazalet (FRA) – 2:24:12
3 – #401 – Gerard Farres Guell / Armand Monleon (ESP) – 2:25:09 – Can-Am Maverick X3
4 – #427 – Austin Jones / Kellon Walch (EUA) – 2:26:11 – Can-Am Maverick X3
5 – #419 – Aaron Domzala / Maciej Marton (POL) – 2:27:16 – Can-Am Maverick X3
6 – #402 – Reinaldo Varela / Gustavo Gugelmin (BRA) – 2:29:55 – Can-Am Maverick X3
7 – #405 – Casey Currie / Sean Berriman (EUA) – 2:30:26 – Can-Am Maverick X3
8 – #420 – Jesus Puras / Xavier Blanco (ESP) – 2:30:27 – Can-Am Maverick X3
9 – #417 – Axel Alletru (FRA) / Francois Begun (BEL) – 2:32:03 – Can-Am Maverick X3
10 – #410 – Jose Antonio Lopez / Diego Gil (ESP) – 2:35:17 – Can-Am Maverick X3

Roteiro* Rally Dakar 2020 / Categoria para UTVs

16/1
Etapa 11 – Shubaytah / Haradh – Etapa maratona
Deslocamento – 365 km
Especial – 379 km
Total do dia – 744 km

17/1
Etapa 12 – Haradh / Qiddiya
Deslocamento – 73 km
Especial – 374 km
Total do dia – 447 km

As informações são fornecidas pela organização do evento e estão sujeitas e alterações.

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Rally Dakar – Varela e Gugelmin sobe para 9ª posição dos UTVs

Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin estão em nono no ranking da categoria; Liderança continua com os norte-americanos Casey Currie e Sean Berriman, também da equipe Monster Energy/Can-Am/South Racing.
Fonte: Mundo Press

Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin a bordo do UTV Can-Am Maverick X3 no nono dia do Rally Dakar 2020, na Arábia Saudita. Crédito: MCH Photography

Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin a bordo do UTV Can-Am Maverick X3 no nono dia do Rally Dakar 2020, na Arábia Saudita. Crédito: MCH Photography

Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin subiram mais uma posição na classificação dos UTVs (SxS) no Dakar 2020. A dupla da equipe Monster Energy/Can-Am/South Racing ocupa agora a nona colocação após nove etapas disputadas, com o UTV Can-Am Maverick X3. Nesta terça-feira (14/1), os brasileiros completaram o trajeto cronometrado de 410 quilômetros na 18ª posição. O total percorrido no dia foi de 886 quilômetros, o maior da edição, em um terreno duro e irregular, entre Wadi Al-Dawasir e Haradh, na Arábia Saudita.

Na corrida pelo título da categoria, a liderança continua nas mãos de Casey Currie e Sean Berriman, dos Estados Unidos, também representantes da Monster Energy/Can-Am/South Racing, que concluíram o dia na terceira colocação. A vitória da etapa ficou com Blade Hildebrand, dos Estados Unidos, e Francois Cazalet, da França.

Para a dupla brasileira, o dia foi de trabalhar em equipe. “Havia muita pedra no caminho, em alguns trechos parecia até que estávamos no Marrocos, e no final houve longas retas e dunas. Fizemos uma prova tranquila, acompanhando os nossos companheiros de equipe Currie e Berriman, que estão na liderança”, conta o navegador catarinense Gugelmin. Ao lado de Varela, ele é o atual campeão mundial de Rally Cross Country da classe T3 e dono do título do Dakar em 2018 nos UTVs.

A disputa da categoria no Rally Dakar 2020 começou bastante acirrada, com revezamento de líderes até a metade da competição. A divisão dos UTVs tem domínio da Can-Am, com 33 dos 46 veículos inscritos nesta edição. A marca canadense ocupa nove das dez primeiras colocações no ranking após a nona etapa.

O décimo e antepenúltimo dia do Dakar 2020 será marcado pelo início da etapa maratona, na qual os competidores não podem ter ajuda da equipe ao final do dia. Só piloto e navegador poderão fazer os reparos necessários no veículo. O percurso desta quarta-feira (15/1) terá 608 quilômetros, sendo 534 contra o relógio, entre Haradh e Shubaytah, na Arábia Saudita. Será um grande desafio de resistência e dunas na parte final, local onde escurece rapidamente.

“Os próximos dois dias serão decisivos. Amanhã as planilhas serão entregues na hora da largada e os competidores dormem em barracas no final da etapa, sem a presença das equipes de apoio. Haverá muitas dunas, de nível 1 e nível 2 (as de nível 3 são consideradas as mais difíceis), mas teremos pela frente dois dias sem revisão nos veículos. Serão etapas muito importantes”, continua Gugelmin.

O experiente piloto Varela complementa: “Agora vamos fazer uma revisão geral no nosso Can-Am Maverick X3 para a primeira parte da etapa maratona. Confiamos muito no UTV, é o mesmo modelo com o qual conquistamos os títulos do Mundial e do Dakar”, lembra Varela.

A 42ª edição do Dakar termina na próxima sexta-feira (17/1), em Qiddiya. A jornada de 12 dias inclui 7800 quilômetros (pouco mais de 5000 km de especiais) para as cinco modalidades: UTVs, motos, quadriciclos, carros e caminhões.

Rally Dakar 2020 – Categoria UTVs (SxS)

Acumulado (extraoficiais) – Dez primeiros
1 – #405 – Casey Currie / Sean Berriman (EUA) – 43:51:49 – Can-Am Maverick X3
2 – #400 – Francisco “Chaleco” Lopez / Juan Pablo Vinagre (CHI) – 44:15:26 – Can-Am Maverick X3
3 – #411 – Sergei Kariakin / Anton Vlasiuk (RUS) – 44:33:15 – Can-Am Maverick X3
4 – #404 – Conrad Rautenbach (ZWE) / Pedro Bianchi Prata (POR) – 45:08:17
5 – #410 – Jose Antonio Lopez / Diego Gil (ESP) – 45:11:42 – Can-Am Maverick X3
6 – #427 – Austin Jones / Kellon Walch (EUA) – 45:33:27 – Can-Am Maverick X3
7 – #417 – Axel Alletru (FRA) / Francois Begun (BEL) – 46:06:21 – Can-Am Maverick X3
8 – #420 – Jesus Puras / Xavier Blanco (ESP) – 46:20:06 – Can-Am Maverick X3
9 – #402 – Reinaldo Varela / Gustavo Gugelmin (BRA) – 48:15:21 – Can-Am Maverick X3
10 – #433 – Santiago Navarro / Marc Terradellas (ESP) – 48:58:25 – Can-Am Maverick X3

Resultados da 9ª etapa (extraoficiais) – Dez primeiros
1 – #409 – Blade Hildebrand (EUA) / Francois Cazalet (FRA) – 4:00:42
2 – #412 – Mitchell Guthrie (EUA) / Ola Floene (NOR) – 4:01:40
3 – #405 – Casey Currie / Sean Berriman (EUA) – 4:04:12 – Can-Am Maverick X3
4 – #411 – Sergei Kariakin / Anton Vlasiuk (RUS) – 4:11:09 – Can-Am Maverick X3
5 – #400 – Francisco “Chaleco” Lopez / Juan Pablo Vinagre (CHI) – 4:12:09 – Can-Am Maverick X3
6 – #410 – Jose Antonio Lopez / Diego Gil (ESP) – 4:13:40 – Can-Am Maverick X3
7 – #404 – Conrad Rautenbach (ZWE) / Pedro Bianchi Prata (POR) – 4:14:37
8 – #417 – Axel Alletru (FRA) / Francois Begun (BEL) – 4:16:15 – Can-Am Maverick X3
9 – #433 – Santiago Navarro / Marc Terradellas (ESP) – 4:17:22 – Can-Am Maverick X3
10 – #420 – Jesus Puras / Xavier Blanco (ESP) – 4:19:13 – Can-Am Maverick X3
18 – #402 – Reinaldo Varela / Gustavo Gugelmin (BRA) – 4:39:06 – Can-Am Maverick X3

Roteiro* Rally Dakar 2020 / Categoria para UTVs

15/1
Etapa 10 – Haradh / Shubaytah – Etapa maratona
Deslocamento – 74 km
Especial – 534 km
Total do dia – 608 km

16/1
Etapa 11 – Shubaytah / Haradh – Etapa maratona
Deslocamento – 365 km
Especial – 379 km
Total do dia – 744 km

17/1
Etapa 12 – Haradh / Qiddiya
Deslocamento – 73 km
Especial – 374 km
Total do dia – 447 km

TOTAL DO PERCURSO – 7855 km
TOTAL ESPECIAIS – 5096 km

As informações são fornecidas pela organização do evento e estão sujeitas e alterações.

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