A caminho do Rally Dakar, Reinaldo Varela vence com o UTV Can-Am Maverick X3

Piloto e o navegador Gustavo Gugelmin são os mais rápidos da categoria para UTVs no Rally dos Amigos, final do Brasileiro de Rally Baja em Avaré (SP).
Fonte: Mundo Press

Reinaldo Varela e Gustavo Gugelmin vencem Rally dos Amigos com o Maverick X3 Crédito: Alexandre Moreira

A bordo do Can-Am Maverick X3, o piloto Reinaldo Varela e o navegador Gustavo Gugelmin foram os campeões dos UTVs no Rally dos Amigos, realizado neste sábado (9) em Avaré (SP). A prova, válida como final do Campeonato Brasileiro de Rally Baja, serviu de preparação para o Rally Dakar 2018. A dupla está em contagem regressiva para representar o Brasil no desafio mais difícil do calendário, entre os dias 6 e 20 de janeiro pelas trilhas do Peru, Bolívia e Argentina.

“Foi a minha primeira prova de UTV no Brasileiro de Rally Baja, estreei com o pé direito”, comemorou Varela. Entre os carros, ele possui dois títulos mundiais (classe T2) e duas taças do Rally dos Sertões. O piloto soma seis participações no Rally Dakar – a última delas em 2013, quando foi o primeiro brasileiro a completar a prova sozinho com um UTV, o Can-Am Commander. Em 2018, o objetivo é brigar pelo título da categoria para UTVs acelerando o Can-Am Maverick X3.

“No Rally dos Amigos, pude sentir a tocada do UTV e perceber que o veículo está pronto para qualquer tipo de desafio. Estou impressionado com o desempenho do Can-Am Maverick X3, que sem dúvidas será um aliado muito importante no Rally Dakar”, continuou. Além de grid formado por competidores renomados no ambiente off-road, a prova no interior paulista teve altas velocidades. “Passamos por plantações de eucaliptos e algumas lombas. O Can-Am Maverick X3 deixou o Rally dos Amigos ainda mais prazeroso”, concluiu Varela.

Dobradinha no Brasileiro de Rally Baja – Os pilotos Can-Am garantiram títulos de forma antecipada na temporada 2017 do Campeonato Brasileiro de Rally Baja. Filhos de Reinaldo Varela, Bruno e Rodrigo foram campeão e vice, respectivamente, na classificação geral dos UTVs. Eles ainda emplacaram dobradinha na categoria UTV Pró com o Can-Am Maverick X3. O UTV foi a escolha dos nove primeiros colocados no Rally dos Amigos, de acordo com os resultados extra-oficiais. Confira:

Rally dos Amigos – Categoria UTVs (resultados extra-oficiais)
1° – Reinaldo Varela/Gustavo Gugelmin – 1:52:47.41 – Can-Am Maverick X3
2° – Denisio Nascimento/Emilio Roquenbak – 1:52:59.58 – Can-Am Maverick X3
3° – Cristiano Batista – 1:54:16.35 – Can-Am Maverick X3
4° – Otavio Leite – 1:56:03.69 – Can-Am Maverick X3
5° – Edu Piano – 1:56:15.26 – Can-Am Maverick X3
6° – Gabriel Varela/Henrique Rosa – 1:57:17.42 – Can-Am Maverick X3
7° – Guilherme Cysne – 1:58:53.08 – Can-Am Maverick X3
8° – Erik Donatto – 2:01:38.68 – Can-Am Maverick X3
9° – Euclides Junior – 2:02:19.26 – Can-Am Maverick X3.

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Can-Am Maverick Trail DPS proporciona liberdade na trilha

Novo UTV da canadense Can-Am foca na diversão unindo o útil ao agradável. Um veículo recreativo para ser utilizado em passeios no fora de estrada
Fonte: Motor Show

(Foto: Rodrigo Philipps/Can-Am)

(Foto: Rodrigo Philipps/Can-Am)

A vida de jornalista automotivo possibilita avaliar desde carros “normais” a jatos do asfalto, com mais de 600 cv de potência, ou modelos tabelados a mais de R$ 1 milhão. E nessa rotina imprevisível, às vezes surgem convites para experimentar algo diferente. Para início de conversa, você sabe o que é um UTV? A sigla para Utility Vehicle ou Utility Task Vehicle designa um veículo todo-terreno utilizado seja no trabalho, em sítios/fazendas, quanto em competições, como o rali Dakar, cuja próxima edição ocorrerá de 6 a 20 de janeiro do próximo ano, com etapas passando pelo Peru, pela Bolívia e pela Argentina. Mais acostumado a enfrentar diariamente as trilhas do asfalto que do off-road, encarei a oportunidade de conhecer o novíssimo Maverick Trail DPS.

Esse lançamento da canadense Can-Am consumiu apenas dois anos e meio para ir do conceito à produção. Agora ele chega ao Brasil por R$ 53.990 convivendo junto dos quadriciclos e dos veículos da Can-Am Defender (utilitário específico para o trabalho), Comander e Maverick X3 (esportivo de alto desempenho). Este último, lançado em 2017 e vencedor do Rally dos Sertões deste ano. Aliás, a família Can-Am Maverick é cinco vezes campeã do Sertões.

(Foto: Rodrigo Philipps/Can-Am)

(Foto: Rodrigo Philipps/Can-Am)

Há tempos não guiava um UTV e já havia me esquecido do quanto eles são bacanas. E diversão é a palavra que o melhor define. Ao contrário do Maverick X3, o Maverick Trail é um produto de entrada desenvolvido para ser utilizado tanto em passeios em grupo quanto em família. A empolgação de matar as saudades desse tipo de veículo era grande, mas segurei a ansiedade para reparar primeiro nos detalhes. A começar pela chamativa e bela cor amarela Sunburst (única disponível no Brasil) e depois em outras particularidades encontradas nos carros atuais, como os faróis com LED e computador de bordo, por exemplo.

Hora de sujar de lama
(Foto: Rodrigo Philipps/Can-Am)

(Foto: Rodrigo Philipps/Can-Am)

Antes de vestir o capacete passei a olhar fixamente para o Maverick Trail e fiquei imaginando o seu comportamento dinâmico. Ao dar a partida, o ronco do motor aspirado Rotax V-Twin de 800 cilindradas já dava uma palhinha do que me aguardava. Como já disse anteriormente, fazia um tempinho que não guiava um UTV, porém, logo nos primeiros metros eu e o Maverick Trail já éramos íntimos e amigos de longa data tamanha a sua facilidade de pilotagem. E a sensação de liberdade é outro grande atributo dos UTVs. Afinal, não há teto, para-brisas e portas (cobradas opcionalmente, assim como o sistema de áudio). De acordo com a Can-Am, mais de 100 acessórios estão disponíveis no Maverick Trail.

Embora a Can-Am não divulgue o torque, a força disponível em baixas rotações faz toda a diferença, principalmente para vencer as adversidades ou sair de um atoleiro. A potência é de 51 cv. Em marcha lenta, o propulsor gira entre 1.200 e 1.250 rpm transmitindo um baixo nível de vibração. Já ao afundar o pé no pedal do acelerador, o giro sobe rapidamente para 6.000/6.500 rpm. Já a potência é de 51 cv. De acordo com o fabricante, todas as entradas de ar para refrigeração foram redesenhadas sendo uma delas dedicada exclusivamente para a transmissão CVT (continuamente variável), que passou a ter uma nova correia conectada entre as polias para oferecer uma maior durabilidade. Anteriormente, ela aquecia e, em determinados casos, podia acarretar no seu rompimento deixando o condutor na mão no meio da trilha. Os freios ventilados de 220 mm na dianteira e na traseira são verdadeiras âncoras e estancam o UTV ao pisar no pedal. No entanto, você os usará pouco, pois o bom freio motor ajuda a segurar os ânimos nas descidas. Com a alavanca na posição L (Low) ele é intensificado.

(Foto: Rodrigo Philipps/Can-Am)

(Foto: Rodrigo Philipps/Can-Am)

Apesar dos 3,005 m de comprimento (64 cm mais curto comparado ao jipinho Suzuki Jimny ou 55 cm em relação ao diminuto Chery QQ), o tamanho da cabine (batizada de Ergo-Lok) agrada graças ao bom entre-eixos de 2,301 m. A posição de dirigir é baixa e os dois confortáveis bancos conchas seguram muito bem o corpo e ainda não mal trataram as minhas costas. Os cintros de segurança são de três pontos, porém, opcionalmente o cliente pode instalar o de quatro pontos. Ainda em segurança, segundo o fabricante, a gaiola de proteção passa pelos mais rigorosos testes de capotamento americanos.

As suspensões independentes nas quatro rodas com amortecedores a gás de cilindro duplo são calibradas especificamente para as trilhas e fiquei impressionado pela forma como o conjunto transmite confiança ao copiar muito bem o piso, além de não transmitir as imperfeições tanto para dentro do habitáculo quanto para o volante. O curso do conjunto dianteiro é de 25,4 cm, enquanto o traseiro é de 26,7 cm. Embora seja estreito, com 1,270 m, e altinho tendo 1,753 m, dificilmente você irá capotar tamanho o equilibrio desse UTV. E o cojunto só deu final de curso nas imperfeições mais elevadas. Aliás, a altura em relação ao solo é de 25,4 cm. Já a direção elétrica é precisa e o bom ângulo de esterçamento das rodas dianteiras facilitou a minha vida na hora de fazer manobras para sair de apuros. Ao passar por trechos enlameados o diferencial traseiro com autoblocante cumpriu seu papel e não deixou o Maverick Trail atolar. Aliás, por meio de um seletor no painel é possível escolher entre a tração 4×2 ou 4×4. A sua capacidade de reboque é de 680 kg e a da caçamba de 136 kg. O tanque de combustível leva 38 litros.

(Foto: Rodrigo Philipps/Can-Am)

(Foto: Rodrigo Philipps/Can-Am)

Assim como em alguns carros, esse UTV também oferece o seletor de modos de condução, com os programas ECO e Sport, que mudam as respostas do pedal do acelerador. A distribuição de peso é próxima do ideal na ordem de 42% no eixo dianteiro e 58% atrás. Na hora da manutenção fique tranquilo, pois é grande a facilidade de acesso para substituir algum componente.

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Can-Am lança UTV Maverick Trail DPS, ideal para trilhas e expedições

Já nas concessionárias BRP espalhadas pelo Brasil, o novo veículo off-road oferece agilidade, confiança e inúmeras possibilidades de aventura
Fonte: Mundo Press

UTV Can-Am Maverick Trail 2018, lançamento da marca canadense Crédito: Divulgação/Can-Am

UTV Can-Am Maverick Trail 2018, lançamento da marca canadense Crédito: Divulgação/Can-Am

As possibilidades de aventura no ambiente off-road são infinitas com o lançamento do UTV Can-Am Maverick Trail DPS. Ideal para trilhas e expedições, o novo veículo Side-By-Side oferece confiança e extrema agilidade para chegar ao destino, não importa o caminho escolhido. A máquina já pode ser encontrada nas mais de 60 concessionárias BRP espalhadas pelo Brasil, com preço sugerido a partir de R$ 53.990,00.

O deslocamento está garantido em qualquer tipo de terreno com a tecnologia do motor Rotax V-Twin 800 de 51 HP, robusto e preciso. O UTV Can-Am Maverick Trail DPS traz a união perfeita entre conforto e espaço para armazenamento inteligente. Com 127 cm de largura e 230 cm de distância entre eixos, foi construído ao redor do piloto, o que permite enfrentar qualquer obstáculo com estabilidade.

A baixa posição de pilotagem transmite ainda mais confiança nas trilhas, assim como a suspensão eficiente. O sistema apresenta braços em duplo A e curso de 25,4 cm na frente e a suspensão traseira TTA-T (26,7 cm de curso). Com o sistema True 4-Mode, é possível optar entre o uso das trações 2×4 e 4×4, ambas com o diferencial traseiro aberto ou blocado. Ou seja, basta o toque de um botão para estar totalmente adaptado ao ambiente.

Outro ponto de destaque é a Direção Dinâmica Assistida (DPS), que oferece assistência variável na condução do veículo. O recurso auxilia o piloto a seguir a linha ideal em trilhas apertadas, trechos rochosos e locais de velocidades mais altas. O UTV Can-Am Maverick Trail DPS garante precisão e potência com a transmissão CVT QRS-T, que trabalha para atingir o torque certo no momento necessário.

UTV Can-Am Maverick Trail 2018, lançamento da marca canadense

UTV Can-Am Maverick Trail 2018, lançamento da marca canadense Crédito: Divulgação/Can-Am

Conforto e segurança a bordo – No Can-Am Maverick Trail DPS, cada detalhe da cabine Ergo-Lok foi pensado para garantir conforto e funcionalidade. O passageiro e o piloto possuem espaços consideráveis para os ombros e pernas, além dos assentos Ergoprint – o que são fatores decisivos para enfrentar longas aventuras. O veículo oferece capacidade de armazenamento na cabine de 20,2 litros, a maior da categoria.

A versatilidade da máquina nas trilhas vai muito além. Passa pela capacidade de carga de 136 quilos e pelos oito acessíveis pontos de engate do sistema LinQ na caçamba até chegar no engate de duas polegadas indicado para rebocar até 680 quilos e na possibilidade de encaixes perfeitos para acessórios Can-Am em sua gaiola de aço perfilada, como coolers e compartimentos de carga. A linha inclui acessórios para trilhas e para uso recreativo, ou seja, é possível personalizar o Maverick Trail DPS na medida da aventura escolhida.

Com visual futurístico e conjunto de luzes Can-Am em LED, o veículo traz o contraste entre o vibrante amarelo e o preto. Atrai os olhares por onde passa. Tudo isso sem deixar a segurança de lado, já que o Maverick Trail DPS oferece gaiola leve e resistente, além de portas em aço como acessório. O para-choque frontal em aço foi integrado à chapa protetora injetada inferior e está pronto para enfrentar qualquer desafio.

O Maverick Trail DPS dispensa amaciamento e pode permanecer livre de manutenção por 1 ano ou três mil quilômetros (o usuário deve ter como base o Manual do Proprietário para o calendário completo de manutenção). Para conferir a ficha técnica completa do veículo, clique aqui.

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Can-Am Maverick Trail DPS chega ao Brasil

Gaiola com tração 4×4, modelo tem motor de 52 cv e capacidade de reboque de 680 kg
Fonte: Motor Show

Maverick Trail Crédito: Rodrigo Philipps - Broop

Maverick Trail Crédito: Rodrigo Philipps - Broop

A canadense Can-Am (especializada em quadriciclos de grande porte) passa a oferecer no mercado brasileiro o Maverick Trail DPS, uma gaiola com tração 4×4 e espaço para dois ocupantes. Sem homologação para rodar em vias públicas, o quadriciclo é praticamente um brinquedo para gente grande, pensado para aqueles que gostam de se divertir em trajetos off-road ou que necessitam de um veículo utilitário de pequeno porte para uso em sítios e fazendas. O preço é de R$ 53.990.

Com 3,005 m de comprimento, o Maverick Trail DPS é quase 56 cm mais curto que o já diminuto Chery QQ e está equipado com um motor 0.8 V2 de 52 cv e uma transmissão automática CVT. A tração é 4×2 e 4×4, com opção de bloqueio do diferencial traseiro nos dois modos. A capacidade de reboque é de 680 kg. (Clique aqui e confira todas as especificações)

Apesar do aspecto despojado, o modelo conta com sistemas como direção assistida com ajuste da coluna, controle eletrônico de descida e um painel digital com velocímetro, conta-giros, horímetro, indicador de marchas, luzes espia e marcador de combustível.

Clique aqui e confira a linha completa da Can-Am

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Reinaldo Varela acelera no Rally Dakar 2018 de olho no título dos UTVs

Ao lado do navegador Gustavo Gugelmin, piloto encara o desafio a bordo do Can-Am Maverick X3; Largada será no dia 6 de janeiro em Lima, Peru
Fonte: Mundo Press

Reinaldo Varela com o UTV Can-Am Maverick X3 de 172HP durante testes em Portugal Crédito: Divulgação/Divino Fogão Rally Team

Reinaldo Varela com o UTV Can-Am Maverick X3 de 172HP durante testes em Portugal Crédito: Divulgação/Divino Fogão Rally Team

De olho no título da categoria para UTVs, Reinaldo Varela acelera no 40º Rally Dakar a bordo do veículo Can-Am Maverick X3. O experiente piloto paulista conta com o navegador catarinense Gustavo Gugelmin no desafio, que tem início no dia 6 de janeiro de 2018 em Lima, capital do Peru.

O roteiro do maior rali do mundo inclui mais de 5 mil quilômetros de trechos cronometrados e também passa pela Bolívia e Argentina, palco da chegada no dia 20 de janeiro em Córdoba. Entre os carros, Varela é bicampeão mundial da modalidade na classe da T2 e possui dois títulos no Rally dos Sertões. O currículo do piloto inclui mais de 360 provas off-road disputadas. Apenas no Rally Dakar, ele soma seis participações. “Mesmo assim a ansiedade é grande para a largada. O Rally Dakar representa o patamar máximo, o desafio mais difícil a ser superado na temporada”, explicou Varela.

Na última participação do piloto, em 2013, ele foi o primeiro brasileiro a completar o Rally Dakar sozinho a bordo de um UTV, o Can-Am Commander. A categoria exclusiva para UTVs ainda não havia sido criada, tanto que os veículos faziam parte da classe T3, uma divisão dos carros. Varela foi grande destaque e finalizou a prova em quarto lugar na T3.

“Foi a primeira vez, em 30 anos de competição, que eu corri sozinho. A experiência foi muito desafiadora e agora estou ainda mais confiante, já que terei o navegador Gustavo Gugelmin ao meu lado. Somos parceiros de longa data, com ótima comunicação nas provas. Temos o veículo, a equipe e a experiência necessárias para brigar pelo pódio. O nosso maior objetivo, sem dúvidas, é o título da categoria para UTVs.”

Outro ponto fundamental é acelerar o Can-Am Maverick X3, o veículo que revolucionou as competições off-road por conta do alto desempenho e durabilidade. “A Can-Am sempre foi a marca de maior referência entre os UTVs e vamos encarar o Rally Dakar com a configuração 2018 do Maverick X3, a qual traz 172HP. Fizemos testes e ajustes finos recentemente em Portugal, onde está sendo preparado pela South Racing, e o UTV tem tudo para andar na ponta”, finalizou o piloto.

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Bruno Varela é campeão brasileiro de Rally Baja com o UTV Can-Am Maverick X3

Piloto garante de forma antecipada os títulos da classificação geral e da categoria Pro entre os UTVs do Rally Rota Sudeste; Rodrigo Varela é vice-campeão da temporada
Fonte: Mundo Press

Bruno Varela a bordo do UTV Can-Am Maverick X3 no Rally Rota Sudeste 2017  Crédito: Alexandre Moreira

Bruno Varela a bordo do UTV Can-Am Maverick X3 no Rally Rota Sudeste 2017 Crédito: Alexandre Moreira

A temporada 2017 ficará marcada na carreira do paulista Bruno Varela. Depois das taças dos UTVs no Rally dos Sertões, o piloto conquistou mais dois títulos inéditos a bordo do veículo Can-Am Maverick X3. Ele comemorou de forma antecipada vitórias na classificação geral dos UTVs e na categoria Pro do Campeonato Brasileiro de Rally Baja. Os resultados foram confirmados com o quinto lugar nos dois dias de prova do Rally Rota Sudeste, que representou a penúltima rodada do calendário nacional e teve fim neste domingo (12).

“Batalhei o ano todo para buscar esses títulos e deu certo, é uma grande felicidade fechar o Brasileiro de Baja com duas taças inéditas – ainda mais com uma etapa de antecipação”, declarou Bruno Varela. “Este foi o primeiro ano de parceria com a Can-Am, sem dúvidas começamos com o pé direito. O Can-Am Maverick X3 foi perfeito e, mesmo diante dos desafios mais extremos, não me deixou na mão em nenhum momento durante o ano. Mostrou que é um UTV muito confiável, rápido e que oferece performance sem igual”, continuou.

A classificação geral dos UTVs e da categoria Pro no Brasileiro de Rally Baja trouxe dobradinha dos veículos Can-Am Maverick X3. Irmão de Bruno, Rodrigo Varela também não pode mais ser alcançado pelos adversários e garantiu o vice-campeonato para a conhecida “Família da Poeira”. Ele fechou o Rally Rota Sudeste na segunda posição dos UTVs. O grande vencedor da prova patrocinada pela Can-Am foi o piloto Guilherme Cysne, da equipe GP Powersports, também a bordo do Maverick X3.

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Rally Rota Sudeste pode definir títulos brasileiros de Baja entre os UTVs

A bordo do Can-Am Maverick X3, Bruno Varela quer assegurar as taças da classificação geral e da UTV Pro neste fim de semana (11 e 12), em SP
Fonte: Mundo Press

Bruno Varela a bordo do UTV Can-Am Maverick X3  Crédito: Doni Castilho

Bruno Varela a bordo do UTV Can-Am Maverick X3 Crédito: Doni Castilho

O Brasileiro de Rally Baja está nos momentos decisivos e os campeões dos UTVs podem ser conhecidos neste fim de semana (11 e 12) no Rally Rota Sudeste, em Lençóis Paulista (SP). A bordo do Can-Am Maverick X3, o piloto Bruno Varela tem chances de garantir os títulos da classificação geral e da categoria UTV Pro de forma antecipada. A prova, que conta com o patrocínio da Can-Am, representa a penúltima rodada do calendário.

Entre o piloto e as taças, está um grid de peso no Rally Rota Sudeste. Estão inscritos 30 UTVs, com destaque para os pilotos que aceleram o Can-Am Maverick X3 e ditam o ritmo da competição. Irmão de Bruno, o vice-líder Rodrigo Varela está confirmado, assim como Edu Piano, Vinícius da Silva, Valdir do Amaral e Wilker de Campos. Guilherme Cysne (equipe GP Powersports), Maurício Pena Rocha (Quadrijet) e Gustavo Lapertosa (Yoda/Quadrijet) também prometem pisar fundo.

Campeão dos UTVs no Rally dos Sertões 2017, Bruno Varela quer garantir mais conquistas inéditas em sua carreira. “A ideia é conseguir as taças do Brasileiro de Baja de forma antecipada, tenho me dedicado bastante para isso. Preciso ficar em segundo lugar nos dois dias de prova para garantir os títulos. Espero manter o histórico das últimas etapas, nas quais estive sempre entre os dois primeiros, e ficar mais tranquilo para o encerramento do ano”, explicou.

“O Can-Am Maverick X3 fez um ótimo serviço durante a temporada, chegou em perfeito estado em todas as corridas. O UTV mostrou durabilidade, velocidade e uma pilotagem única, estamos muito confiantes e felizes e com o veículo”, concluiu Bruno Varela. O Rally Rota Sudeste terá como base o Parque de Exposições FACILPA e acesso gratuito ao público.

Ação social – A solidariedade está na trilha do Rally Rota Sudeste, que terá a presença dos voluntários do Projeto Ideia Fixa. A ação social e educativa será realizada na Escola Guiomar Fortunata Coneglian Borcat nesta sexta-feira (10), às 15h, para 100 crianças com idades entre cinco e 10 anos. Na ocasião, serão entregues produtos de higiene bucal e pessoal e os kits “Ideia Fixa Pela Educação & Cultura”, além de muito carinho com apresentação teatral e o contato direto com os voluntários.

Com 15 anos de atuação nos bastidores dos principais ralis do país, o projeto Ideia Fixa tem a Can-Am como parceira e já beneficiou mais de 142 mil pessoas em 17 Estados brasileiros. As doações entregues somam 210 toneladas entre móveis, roupas, calçados, alimentos, brinquedos e kits de higiene bucal e pessoal, incluindo a distribuição de 163 mil livros novos e usados.

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Can-Am Maverick X3 encerra Mineiro de Rally com dobradinha entre os UTVs

Disputado até os quilômetros finais, campeonato aponta Guilherme Cysne como o vencedor da temporada 2017, seguido por Maurício Rocha
Fonte: Mundo Press

Guilherme Cysne, campeão mineiro de Rally Baja com o UTV Can-Am Maverick X3 Crédito: Sanderson Pereira

Guilherme Cysne, campeão mineiro de Rally Baja com o UTV Can-Am Maverick X3 Crédito: Sanderson Pereira

O Can-Am Maverick X3 foi o grande campeão entre os UTVs do Mineiro de Rally Baja, encerrado neste fim de semana (14 e 15) em Morada Nova de Minas-MG. A família de veículos pentacampeã do Rally dos Sertões emplacou dobradinha na competição. Guilherme Cysne comemorou o título, seguido por Maurício Rocha.

Após quatro etapas, o Mineiro foi definido apenas nos quilômetros finais. A corrida ainda foi marcada por poeira e muito calor, que bateu os 40 graus. Os competidores completaram 120 quilômetros de percurso no sábado e mais 88 no domingo. “Foi sensacional. Garanti o primeiro título da minha carreira”, contou Cysne, que defende a equipe GP Powersports.

“Trabalho com expedições para quadris e UTVs pelo Brasil e só tinha competido de moto. Sempre quis participar das provas de UTV e o Can-Am Maverick X3 é acima dos padrões. O veículo é muito bem montado, com ótima estrutura e distribuição de peso, e ainda possui suspensão e motor totalmente confiáveis. Eu não tive nenhum tipo de problema, mesmo com o forte calor que castigou pilotos e máquinas”, acrescentou Cysne.

A conquista também representou o primeiro título da GP Powersports, como conta o chefe de equipe Júlio Cabizuca. “Foi uma estreia com chave de ouro. Além do Cysne, competimos com o Célio Brasil (sexto colocado dos UTVs) e os dois utilizaram o Can-Am Maverick X3 100% original de fábrica, apenas com adequações de segurança”, explicou.

Outro destaque na competição foi a Quadrijet Racing/Yoda, do vice-campeão Maurício Rocha. A equipe também confirmou o piloto Gustavo Lapertosa na quinta colocação da tabela. “Foi um ótimo campeonato. Além de disputar o título até o fim, realizamos ações sociais em algumas etapas e nos divertimos muito nos bastidores. Foi uma grande festa”, disse José Roberto Aguilar, da Quadrijet.

“O nosso principal objetivo era fomentar o esporte e cumprimos a meta com sucesso. O Mineiro de Rally Baja estava parado há alguns anos, sem dúvidas voltou com força máxima. Há muitos pilotos migrando para a categoria UTVs e as expectativas para o futuro são ótimas, inclusive com possibilidades de Minas Gerais sediar etapas do Campeonato Brasileiro da modalidade no ano que vem”, antecipou Aguilar.

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Can-Am Maverick X3 é o UTV dos sete primeiros no Rally Serra Azul

Bruno Varela vence a prova e amplia liderança da categoria no Campeonato Brasileiro de Rally Baja
Fonte: Mundo Press

Bruno Varela a bordo do UTV Can-Am Maverick X3 no Rally Serra Azul Crédito: Sanderson Pereira

Bruno Varela a bordo do UTV Can-Am Maverick X3 no Rally Serra Azul Crédito: Sanderson Pereira

O veículo Can-Am Maverick X3 ditou ritmo no Rally Serra Azul e dominou as sete primeiras posições entre os UTVs, a divisão que mais cresce nas competições off-road. O piloto Bruno Varela confirmou a vitória nos quilômetros finais, com 30 segundos de vantagem sobre André Hort. A prova contou com o patrocínio da Can-Am e foi realizada neste fim de semana (7 e 8 ) em Itupeva, interior paulista, com 396 quilômetros de desafios (244 deles de trechos cronometrados).

O desempenho confirma a boa fase por qual passa Bruno Varela, o atual campeão dos UTVs no Rally dos Sertões. Com a vitória, o caçula da conhecida “Família da Poeira” ainda amplia liderança na classificação geral e na categoria UTV Pró pelo Campeonato Brasileiro de Rally Baja. O Rally Serra Azul valeu como nona e 10ª etapas do calendário nacional da modalidade.

“Foi a primeira vez que eu venci a classificação geral dos UTVs em uma etapa do Brasileiro de Baja, o que trouxe um sabor mais especial”, contou Bruno Varela. “Choveu muito no primeiro dia de prova, foi preciso acelerar totalmente focado para não errar. O sol apareceu neste domingo e vi que dava para forçar o ritmo e buscar a vitória. O Can-Am Maverick X3 foi perfeito o tempo todo, chegou inteiro no final”, concluiu o piloto.

Rally Serra Azul – Resultado final acumulado dos UTVs
1 – #103 – BRUNO VARELA – 3:15:51 – Can-Am Maverick X3
2 – #102 – ANDRE HORT – 3:16:22 – Can-Am Maverick X3
3 – #104 – CRISTIANO BATISTA – 3:17:55 – Can-Am Maverick X3
4 – #105 – RODRIGO VARELA – 3:19:40 – Can-Am Maverick X3
5 – #122 – ANDRE MACEDO CORREA – 3:20:48 – Can-Am Maverick X3
6 – #132 – REINALDO CANGUEIRO – 3:20:53 – Can-Am Maverick X3
7 – #118 – RODRIGO BETTI – 3:29:37 – Can-Am Maverick X3

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Entrevista com Robert Lumley, da BRP

“Nossos produtos não se tratam apenas de performance, ou experiências externas, é também sobre descobrir partes do país, onde pessoas nunca poderiam ter acesso se não fossem através dos nossos produtos. Eu acho que isso adiciona a dimensão de diversão que te permite descobrir o país, a combinação dessas duas coisas são incríveis.”

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