Deni Nascimento e Gunnar Dums vencem o RN 1500, um dos ralis mais duros e belos do circuito nacional

A bordo do Maverick X3, a dupla apoiada pela Can-Am se destacou ao longo dos 4 dias de prova, chegando ao final com tempo de 14h36m25s.

Deni Nascimento e Gunnar Dums em um dos trechos de água dos muitos que enfrentaram na competição  Foto: Sanderson Pereira

Deni Nascimento e Gunnar Dums em um dos trechos de água dos muitos que enfrentaram na competição. Foto: Sanderson Pereira

Chegou ao final o Rally RN 1500, uma das mais importantes e tradicionais provas do rali cross-country brasileiro, e mais uma vez a Can-Am reforçou sua hegemonia nas competições. Dentre os dez primeiros colocados, os nove primeiros foram UTVs da marca. E mais: no total, a edição 2022 do RN1500 contou com 58 UTVs Can-Am. E o lugar mais alto do pódio ficou com a dupla Deni Nascimento e Gunnar Dums (Can-Am Bompack Racing), que terminou o quarto dia de provas de maneira impecável, com o tempo acumulado de 14h36m25s, sem qualquer penalidade. Bruno Varela e Matheus Mazzei ficaram com a segunda posição geral, enquanto os companheiros de equipe Reinaldo Varela e Arthur Carneiro (Varela Can-Am Monster Energy) com a oitava.

Competição considerada das mais duras e belas do circuito nacional por pilotos e navegadores, a 24ª edição da RN 1500, cujo tema foi “Os caminhos portugueses no sertão nordestino”, transcorreu de 19 a 23 de abril, com os primeiros dias dedicados a vistorias e prólogo e outros quatro de especiais cronometradas com mais de mil quilômetros de percurso entre a Paraíba e o Rio Grande do Norte. E, mais uma vez, contou pontos para os Campeonatos Brasileiros de Rally Cross Country das Confederações Brasileiras de Automobilismo (CBA) e Motociclismo (CBM). A Can-Am também esteve presente como uma das apoiadoras da prova.

Com esses resultados, o Can-Am Maverick X3 soma mais um título da competição, com os mesmos pilotos apoiados nas últimas disputas, sendo Deni Nascimento vencedor também da edição 2020 e Bruno Varela a de 2021. O campeão de 2022 reforçou que o RN 1500 é uma das provas mais duras do circuito, ainda mais porque neste ano os trechos de especiais foram mais longos, com no mínimo 200 quilômetros. “Foi uma quebradeira todos os dias, especialmente pelo fato de ter chovido muito. Tivemos muitos trechos alagados o que acabou exigindo muito de nós nas especiais, mas, mais uma vez, o Maverick X3 surpreendeu. É realmente um veículo formidável nos mostrando o tempo todo o quanto suporta os extremos. Passamos por tantas pedras, buracos, erosão, mas principalmente água, com poças e rios. Na maioria conseguimos flutuar e nos que não conseguimos, mergulhamos literalmente com água por todo lado. Gunnar e eu tomamos altos banhos, mas o Maverick X3 seguia firme, provando que o UTV resiste bravamente”, contou Deni Nascimento.

Outra dificuldade enfrentada pela dupla campeã foi a comunicação. Por conta da grande quantidade de água, incluindo as chuvas que ocorreram todos os dias de prova, a comunicação entre piloto e navegador ficou bastante comprometida por conta dos microfones molhados. Interferência e muito chiado, que chegavam a doer nos ouvidos, fizeram com que ambos precisassem se comunicar apenas por gestos e sinais, o que tornou ainda mais difícil cada etapa: “Passamos perrengues em todas as especiais. Por mais que a gente secasse e isolasse os microfones, não adiantava porque no outro dia tínhamos água por todos os lados novamente. Então, o sabor da vitória fica ainda mais especial. Só tenho a agradecer ao Gunnar, à equipe que nos entregava o veículo zerado todos os dias e à Can-Am por todo o apoio”.

Helena Deyama e Josi Koerich, da equipe Can-Am MUSA Brasil, encerraram a competição em vigésimo-nono lugar dentre os 63 UTVs que concluíram a prova.

Família Poeira

Com cinco vitórias ao longo de 23 edições, três das quais pelas mãos de Bruno Varela, a equipe Can-Am Monster Energy, mais uma vez se saiu muito bem na prova, vista entre as mais complexas do off-road nacional. As outras duas vitórias foram registradas pelo pai de Bruno, o tricampeão mundial Reinaldo Varela, que terminou na primeira colocação da classificação geral em 2011 e 2016.

Classificação geral do Rally RN 1500 2022 nos UTVs (extraoficial)

  1. Deni Nascimento e Gunnar Dums - Can-Am – 14h36m25s
  2. Bruno Varela e Matheus Mazzei – Can-Am – + 02:43 min
  3. Fábio Pirondi e Marcelo Ritter - Can-Am – + 11:09 min
  4. Francesco Franciosi e Ana Paula Franciosi – Can-Am – + 15:31 min
  5. Cristiano Batista e Robledo Nicoletti – Can-Am – +18:37 min
  6. Thiago Torres e Eduardo Shiga - Polaris – + 21:01 min
  7. Vinícius de Castro e João Vitor Ribeiro - Can-Am – + 24:33 min
  8. Reinaldo Varela e Arthur Carneiro – Can-Am – + 25:00 min
  9. André Hort e Idali Bosse – Can-Am – + 28:07 min
  10. Maxwell Fernandes e George Martins – Can-Am – + 31:46 min

Rally é com a Can-Am!

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Can-Am é a mais nova parceria da biO2 na reconstrução de florestas nativas

Para auxiliar no plantio das mudas e em outras diversas tarefas, a marca canadense inicia parceria em operação na Floresta biO2 com um UTV Defender.

Can-Am é a mais nova parceria da biO2 na reconstrução de florestas nativas

Can-Am é a mais nova parceria da biO2 na reconstrução de florestas nativas

A partir de agora, a Can-Am se une à Floresta biO2 e ao compromisso de regenerar o planeta. O ponto de partida da ação é o plantio de mudas em Piranguçu, Sul de Minas Gerais, aos pés da Serra da Mantiqueira, onde está cravada a Floresta BiO2. A união das duas marcas, que têm em comum a preservação e a manutenção de seu legado, tem como desafio melhorar o estilo de vida das pessoas e a interação com a natureza por meio de seus produtos e ações.

E para dar ainda mais dinâmica às operações de reflorestamento, um UTV Can-Am Defender já está sendo usado na Floresta biO2. Auxilia como transporte na rotina diária dos plantios e manutenção das árvores, principalmente em áreas em que veículos maiores não conseguem acesso. Além de cruzar as montanhas com muito mais facilidade, o Can-Am Defender proporciona também mais agilidade no transporte, pois é projetado, equipados e testado, afora para os momentos de lazer, também para o trabalho.

Can-Am é a mais nova parceria da biO2 na reconstrução de florestas nativas

Can-Am é a mais nova parceria da biO2 na reconstrução de florestas nativas

Focando no contexto preservação e sustentabilidade, a parceria prevê também ações conjuntas para conscientizar os consumidores de ambas as marcas sobre o desmatamento. Para tanto, o público será convidado a reduzir sua pegada ecológica doando mudas para compensação de carbono por meio do plantio de árvores.

Fernando Alves, Country Manager da BRP Brasil, explica que, com o apoio da matriz no Canadá, pretende aumentar o volume de mudas e tornar as doações constantes: “Estamos começando muito bem com o plantio de mudas de árvores nativas, reforçando ainda mais a Floresta biO2. Além disso, nossos veículos na fazenda facilitam o trabalho do dia a dia e assumem papel fundamental nessa recuperação ambiental. O compromisso com a natureza está presente no DNA da Can-Am. Tendo em vista que o planeta é também nosso espaço de lazer, cabe a nós cuidar e colaborar para a sua preservação”.

Do projeto à prática

Criada pela marca biO2, a Floresta biO2 é um projeto de recuperação ambiental que recupera a biodiversidade brasileira e integra compromisso com mudanças positivas para o mundo.

Com o objetivo de regenerar a floresta nativa do bioma Mata Atlântica – responsável por ajudar na manutenção da biodiversidade, purificação do ar, proteção do solo e regulação do clima em uma área estratégica que garanta o abastecimento de água no futuro –, a biO2 iniciou em 2019, juntamente com a Fundação SOS Mata Atlântica, o plantio de 15 mil mudas de árvores nativas.

Localizada na divisa dos estados de São Paulo e Minas Gerais, na Serra da Mantiqueira, hoje, três anos depois, a Floresta bio2 abriga mais de 43 mil mudas plantadas, o que representa a compensação de 7.000 toneladas de CO2 na atmosfera. Adquirido justamente para fins de recuperação pelos sócios da bio2, o local onde antes era um pasto agora abriga árvores de até 5 metros de altura.

Segundo o diretor da biO2, Leandro Farkuh, “o custo para neutralizar uma tonelada de carbono por meio do plantio de mudas nativas é de R$ 98,60, um investimento relativamente baixo comparado ao custo x benefício ambiental muito alto. Nossa meta é compartilhar esse valor e ação com amigos, pessoas físicas e jurídicas, e, por isso, convidamos todos a nossa volta para participar e sentir o prazer em apagar a pegada ambiental gerando vida. Ficamos muito felizes em anunciar este novo parceiro, pois, além de amarmos os produtos deles, ficamos agora ainda mais fãs da marca por estarem engajados, conscientes e plantando árvores conosco”.

Para mais informações sobre o projeto e como participar, acesse www.bio2organic.com.br/floresta

@bio2.organic
@bio2expedition

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Austin Jones e o brasileiro Gustavo Gugelmin são os campeões do Rali Dakar 2022

Depois de muita areia, dias difíceis, perda de liderança e disputa acirrada, o brasileiro Gustavo Gugelmin e o norte-americano Austin Jones, da Can-Am Factory, erguem troféu em Jeddah, na Arábia Saudita. Com o título, Gugelmin torna-se bicampeão do Dakar, ele já havia levado o título em 2018, ao lado de Reinaldo Varela.

Jones e Gugelmin vibram com a conquista do Dakar 2022. Crédito: MCH Photo

Jones e Gugelmin vibram com a conquista do Dakar 2022. Crédito: MCH Photo

Após duas semanas intensas com doze etapas e mais de oito mil quilômetros de percurso, Austin Jones (Estados Unidos) e Gustavo Gugelmin (Brasil) foram os grandes ganhadores do Rali Dakar 2022 na categoria UTV (T4), com uma vantagem apertadíssima de apenas 02m37s sobre os espanhóis Gerard Farres e Diego Gil, da mesma equipe Can-Am Factory. Os terceiros colocados foram Rokas Baciuska (Lituânia) e Oriol Mena (Espanha), da equipe South Racing. Esta edição do Dakar consagra pela quinta vez a Can-Am como grande campeã da prova e os Maverick X3 como o modelo mais desejado das competições. Deu Can-Am em todas as posições do Top 10 nessa categoria, mostrando a resistência aliada à potência dos veículos off-road da marca.

E não foi só. Nos protótipos leves (FIA T3) também deu Can-Am com sete posições dentre os dez primeiros colocados. Os chilenos Francisco ‘Chaleco’ López e Juan Pablo Latrach Vinagre chegaram na frente dos companheiros de equipe (EKS – South Racing) Sebastian Eriksson (Suécia) e Wouter Rosegaar (Países Baixos), com 51m28s de vantagem e ergueram o troféu. Esta é a terceira vez que Chaleco vence um Dakar, sendo as duas anteriores entre os UTVs e agora nos protótipos leves, uma divisão da categoria carros.

Uma das duplas que surpreendeu neste ano, a brasileira formada por Rodrigo Luppi e Maykel Justo, que também competiu com o Maverick X3 XRS preparado e assistido pela South Racing Can-Am, liderou algumas etapas e chegou ao final da competição na sexta posição, a menos de uma hora do compatriota Gugelmin e seu piloto Jones. A dupla teve um início fantástico no Dakar 2022, finalizando todas as etapas da primeira metade da prova entre os cinco primeiros colocados, sendo inclusive campeões do quinto dia do rali. Mesmo em seu ano de estreia no Dakar, Luppi seguiu firme com as indicações do experiente Justo, enfrentou as dificuldades nas etapas seguintes, com trechos complicados e adversidades na navegação, terminando entre os Top 10.

As outras duas duplas apoiadas pela Factory Can-Am, Aron Domzala (Polônia) e Maciej Marton (Polônia) e, Molly Taylor (Austrália) e Dale Moscatt (Austrália), por pouco não entraram nesse seleto grupo, finalizando a competição na décima-segunda e na decima-quarta posições respectivamente.

Volta por cima

Jones e Gugelmin terminaram a primeira metade do Dakar na liderança e se mantiveram assim até a décima-primeira e penúltima etapa, quando os espanhóis Farres e Gil assumiram a dianteira. Um susto, mas com gostinho todo especial de retomada. “O Dakar é a Fórmula 1 da terra. É a competição mais difícil no planeta off-road porque exige não só do UTV, mas também dos competidores física, emocional e psicologicamente. Sem contar toda a parte estratégica evolvendo uma equipe gigante com mecânicos, preparadores, logística e tudo mais. Então, não imaginava nem nos meus melhores sonhos um dia ganhar o Dakar, quem diria ser bicampeão. Estou muito feliz”, comemorou Gustavo Gugelmin, e complementou:

“É muito bom poder voltar para casa, para minha família, para meu país com o troféu na mão. Agradeço ao Jones por tudo porque somente uma dupla afinada, que se entende consegue avançar. Missão dada, missão cumprida por nós dois. Sentimento de dever cumprido. Agora focar no campeonato mundial, esta foi apenas a primeira etapa, para levar a Can-Am ao lugar mais alto do pódio. Obrigado aos patrocinadores tão importantes para que tudo isso acontecesse, obrigado a todo mundo que acreditou na dupla. O Jones pilotou com maestria, por mais de oito mil quilômetros sem cometer erros, sem bater, o que normalmente acontece muito. Ano que vem tem mais”, finalizou o brasileiro.

Classificação geral do Rali Dakar 2022 nos UTVs – Final (extraoficial)

1)   Austin Jones/Gustavo Gugelmin – Can-Am Maverick XRS – 47h22m50s

2)   Gerard Farres Guell/Diego Ortega Gil – Can-Am Maverick XRS – a 02m37s

3)   Rokas Baciuska/Oriol Mena – Can-Am Maverick XRS – a 15m18s

4)   Marek Goczal/Lukasz Laskawiec – Can-Am Maverick XRS – a 16m21s

5)   Michal Goczal/Szymon Gospodarczyk – Can-Am Maverick XRS – a 28m28s

6)   Rodrigo Luppi/Maykel Justo – Can-Am Maverick XRS – a 55m44s

7)   Luis Portela Morais/David Megre – Can-Am Maverick XRS – a 03h20m29s

8)   Eric Abel/Christian Manez – Can-Am Maverick XRS – a 05h22m46s

9)   Joan Moreno/Miguel Puertas Herrera – Can-Am Maverick XRS – a 5h57m59s

10)  David Zille/Sebastian Cesana – Can-Am Maverick XRS – a 6h15m55s

*Fonte: Dakar Oficial

Classificação geral do Rali Dakar 2022 nos Protótipos leves – Final (extraoficial)

1)   Francisco ‘Chaleco’ López/Juan Pablo Vinagre – Can-Am XRS – 45h50m51s

2)   Sebastian Eriksson/Wouter Rosegaar – Maverick X3 – a 51m28s

3)   Cristina Herrero/François Cazalet – OT3 01 – a 04h34m43s

4)   Santiago Navarro/Marc Sola – Maverick X3 – a 05h11m35s

5)   Pavel Lebedev/Kirill Shubin – Maverick – a 05h52m14s

6)   Camelia Liparoti/Xavier Blanco – Yamaha YXZ1000R – a 08h26m11s

7)   Thomas Bell/Bruno Jacomy – Maverick X3 – 08h35m01s

8)   Dania Akeel/Sergio Lafuente – Maverick X3 – a 10h00m07s

9)   Serge Gounon/Pierre-Henri Michel – Can-Am XRS – a 10h59m18s

10)  Lionel Costes/Christophe Tressens – ZEPHYR – 11h33m10s

*Fonte: Dakar Oficial

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Can-Am domina primeira metade do Dakar 2022

Equipes apoiadas pela marca seguem bem na disputa tanto na categoria dos UTVs quanto dos Protótipos.

Jones e Gugelmin terminam primeira metade do Dakar em segundo na geral

Jones e Gugelmin terminam primeira metade do Dakar em segundo na geral

O Rali Dakar 2022 chegou ao dia de descanso neste sábado, 8 de janeiro. Com a primeira metade cumprida, enquanto pilotos e navegadores aproveitam para relaxar e trocar as experiência vivenciadas, equipes e mecânicos seguem na lida com os veículos, fazendo uma grande revisão e trocando peças essenciais para deixá-los prontos para a segunda e última fase, que termina na próxima sexta-feira, 14.

Para a Can-Am Factory, até aqui, só alegrias. Os competidores apoiados pela marca tiveram bons desempenhos e seguem na disputa pelos títulos de campeões das categorias dos UTVs e também dos protótipos. Austin Jones (Estados Unidos) e Gustavo Gugelmin (Brasil) terminaram a primeira etapa em segundo com seu Can-Am Maverick X3 XRS 401, apenas 6m56s da dupla brasileira Rodrigo Luppi e Maykel Justo, que também competem com o Maverick X3 XRS 415 preparado e assistido pela South Racing Can-Am.

Gerard Farres Guell (Espanha) e Diego Ortega Gil (Espanha) estão em quarto na classificação geral; Molly Taylor (Austrália) e Dale Moscatt (Austrália) em décimo-oitavo; e Aron Domzala (Polônia) e Maciej Marton (Polônia) em vigésimo-sexto. Nos protótipos, Francisco ‘Chaleco’ López (Chile) e Juan Pablo Latrach Vinagre (Chile) mantêm a liderança da categoria com diferença considerável de 23m09s para os segundos colocados, seus parceiros na equipe EKS – South Racing, Sebastian Eriksson (Suécia) e Wouter Rosegaar (Países Baixos).

“Chegamos no dia de descanso. Foram seis dias de muito rali. Seis dias em que nossa meta de ficar no Top 5, ou seja, no pelotão da frente, foi alcançada. No segundo dia assumimos a liderança e mantivemos essa posição por três dias. Encerramos a primeira metade em segundo, 6m56s atrás dos líderes, os brasileiros e nossos amigos Rodrigo Luppi e Maykel Justo, que também correm com um Maverick X3 preparado pela South Racing Can-Am. Até aqui tivemos um rali duro, com navegação bastante complicada, tanto que algumas equipes favoritas já caíram fora, principalmente nos carros” analisou Gustavo Gugelmin, navegador de Austin Jones na equipe Can-Am Factory South Racing.

O próximo trecho

A segunda parte do rali passa pelas cidades de Al Dawadimi, Wadi Ad-Dawasir e Bisha, antes de retornar a Jeddah onde será a linha de chegada, no dia 14 de janeiro. Amanhã, domingo, acontece a etapa 7, de Riyadh a Al Dawadimi, quando o Dakar entrará em território desconhecido pelas equipes. O dia de exploração começará com cerca de 100 km de dunas em uma sucessão contínua de ergs (vasta extensão desértica cujas areias o vento modela em dunas móveis) que parecerão não ter fim. De acordo com a organização, depois desse exercício extremo de superação das dunas, a direção ficará menos complexa, mas o labirinto de traçados pode colocar os nervos de pilotos e navegadores à prova.

Para Gugelmin, a segunda metade do rali será mais técnica, com mais dunas, pedras e estradas de areia: “Agora começa a apertar o ritmo. A gente luta por um pódio, vem aqui com propósito de vitória, mas chegar já é uma conquista. Porém, estamos aqui para brigar pelo título. A briga é acirrada, mas temos condições. Agora é ter cuidado na pilotagem, na navegação na medida do possível, mas eu e o Austin vamos para cima”, finaliza.

Classificação geral do Rali Dakar 2022 nos UTVs – Primeira Metade (extraoficial)

1)   Rodrigo Luppi/Maykel Justo – Can-Am Maverick XRS – 25h04m01s

2)   Austin Jones/Gustavo Gugelmin – Can-Am Maverick XRS – a 6m56s

3)   Michal Goczal/Szymon Gospodarczyk – Can-Am Maverick XRS – a 28m06s

4)   Gerard Farres Guell/Diego Ortega Gil – Can-Am Maverick XRS – a 29m08s

5)   Rokas Baciuska/Oriol Mena – Can-Am Maverick XRS – a 46m26s

6)   Marek Goczal/Lukasz Laskawiec – Can-Am Maverick XRS – a 01h01m05s

7)   Jerome de Sadeleer/Michael Metge – Can-Am Maverick XRS – a 02h27m56s

8)   Sergei Kariakin/Anton Vlasiuk – Can-Am Maverick – a 02h28m51s

9)   Luis Portela Morais/David Megre – Can-Am Maverick XRS – a 02h58m57s

10) Joan Moreno/Miguel Puertas Herrera – Can-Am Maverick XRS – a 3h16m06s

*Fonte: Dakar Oficial

Classificação geral do Rali Dakar 2022 nos Protótipos – Primeira Metade (extraoficial)

1)   Francisco ‘Chaleco’ López/Juan Pablo Vinagre – Can-Am XRS – 24h19m17s

2)   Sebastian Eriksson/Wouter Rosegaar – Maverick X3 – a 23m09s

3)   Cristina Herrero/François Cazalet – OT3 01 – a 02h20m16s

4)   Fernando Alvarez/Xavier Panseri – Maverick X3 – a 02h30m22s

5)   Philippe Pinchedez/Thomas Gaidella – Can-Am T3RR – a 02h30m24s

6)   Dania Akeel/Sergio Lafuente – Maverick X3 – a 04h15m25s

7)   Santiago Navarro/Marc Sola – Maverick X3 – a 04h24m36s

8)   Camelia Liparoti/Xavier Blanco – Yamaha YXZ1000R – a 04h44m11s

9)   Pavel Lebedev/Kirill Shubin – Maverick – a 04h57m00s

10) Josef Machacek/Pavel Vyoral – Can-Am DV 21 – a 05h34m14s

*Fonte: Dakar Oficial

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Duplas apoiadas pela Can-Am estão entre as favoritas ao título do Rali Dakar 2022

A disputa, que começa em 1º e se encerra em 14 de janeiro, conta com duplas da Can-Am Factory Racing Team a bordo do Maverick X3.

Duplas apoiadas pela Can-Am estão entre as favoritas ao título do Rali Dakar 2022

Duplas apoiadas pela Can-Am estão entre as favoritas ao título do Rali Dakar 2022

Desde que revelou sua aclamada plataforma Maverick X3, disponível em 2017, vencer corridas e conquistar pódios tornou-se algo frequente para a Can-Am Off-Road. E em 2021 não foi diferente. Coletivamente, a Can-Am Factory Racing Team levou para casa ainda mais títulos ao redor do mundo, dentre os quais o Sertões (Deninho Casarini e Ivo Mayer); o Campeonato Brasileiro de Baja (Rodrigo Varela) e o Brasileiro Cross-Country (Deni Nascimento e Idali Bosse). E se prepara para mais um, desta vez no mais importante de todos, o Rali Dakar, que começa no próximo sábado, 1º de janeiro, e segue até o dia 14, na Arábia Saudita. Conhecido como a corrida off-road mais difícil do mundo, o Dakar leva corredores e máquinas ao limite ao longo de milhares de quilômetros e por duas semanas de competição cheia de adrenalina.

A edição 2022 contará com quase 100 participantes a bordo de UTVs, dos quais 75% competirão com um Can-Am Maverick X3. Uma curiosidade, ou melhor, uma constatação: nos últimos quatro anos do Dakar, um Can-Am cruzou a linha de chegada primeiro. E mais, conquistou também todos os dez primeiros lugares nos últimos dois anos. Este ano, as duplas apoiadas pela Can-Am – Austin Jones (Estados Unidos) e Gustavo Gugelmin (Brasil); Francisco ‘Chaleco’ López (Chile) e Juan Pablo Latrach Vinagre (Chile); Molly Taylor (Austrália) e Dale Moscatt (Austrália); Gerard Farres Guell (Espanha) e Diego Ortega Gil (Espanha); e Aron Domzala (Polônia) e Maciej Marton (Polônia) – estão entre as favoritas para chegar ao topo.

A dupla brasileira Rodrigo Luppi e Maykel Justo também participarão com um Maverick X3 preparado e assistido pela South Racing Can-Am.

O maior do mundo

O Dakar 2022 terá 12 etapas e mais de oito mil quilômetros de percurso (4,3 mil deles cronometrados) em 14 dias de competição pela Arábia Saudita. Ao todo, serão 578 veículos entre motos, quadriciclos, UTVs, carros e caminhões e 750 competidores, incluindo navegadores, encarando o desafio. Mais uma vez a largada será em Jeddah com um deslocamento de 636km até Ha’il, onde acontecerá o prólogo de 19km. Para facilitar a logística, a organizadora Amaury Sport Organisation (ASO) optou por cinco etapas em laço (largada e chegada no mesmo local). Duas delas em torno de Riyadh, onde acontecerá o dia de descanso da caravana, em 8 de janeiro. Pilotos e navegadores completam o rali em Jeddah. A promessa é de ainda mais areia e dunas e muita exigência na navegação. E, pela primeira vez, o Dakar contará pelos campeonatos mundiais de rally cross-country FIA e FIM.

O primeiro ano dos UTVs como categoria oficial do Dakar foi em 2017, quando a prova foi realizada entre Argentina, Paraguai e Bolívia. Entretanto, a Can-Am não participou, pois o regulamento não contemplava modelos turbo a gasolina.

Domínio Can-Am

Foi Reinaldo Varela quem deu o pontapé inicial para o grande domínio da Can-Am no maior rali do mundo e coroou uma trajetória incrível nas mais diversas provas do Brasil e do exterior com o título mais importante de sua carreira: a conquista do Rali Dakar 2018, tendo ao seu lado justamente o navegador catarinense Gustavo Gugelmin, parceiro de tantas provas e vitórias e que agora compete com o norte-americano Austin Jones. A competição daquele ano foi iniciada em Lima, no Peru, com passagem pela Bolívia e concluída em Córdoba, na Argentina.

Dono de um retrospecto invejável no esporte a motor, a patriarca da Família Poeira ainda sagrou-se tricampeão mundial de rali cross-country, bicampeão do Sertões, octacampeão brasileiro de rali, mas este ano estará apenas na torcida por mais um título para o Brasil.

Em 2019, com o Dakar todo realizado no Peru, houve grande crescimento no grid dos UTVs, com 30 tripulações inscritas. Naquela temporada, a última da competição em solo sul-americano, a Can-Am ganhou de vez o protagonismo na prova, com 24 veículos na disputa. O chileno Francisco ‘Chaleco’ López, oriundo da categoria motos, faturou o Dakar pela primeira vez, tendo como navegador o conterrâneo Álvaro León Quintanilla. Varela e Gugelmin terminaram em terceiro.

No ano seguinte, em 2020, Casey Currie venceu o Dakar em um Maverick X3, dando à Can-Am a terceira vitória consecutiva na competição. Os veículos Can-Am cruzaram a linha de chegada em todas as dez primeiras posições. Na sequência, em 2021, Chaleco López venceu pela segunda vez a prova e também arrematou o título na categoria protótipos leves com um Maverick X3, mesmo competindo na categoria UTV.

Em todos esses anos, é inegável a preferência de pilotos e copilotos pelos UTVs Can-Am. Nas duas categorias em 2022, SSV e protótipos leves, o número de inscritos, 52 e 47, respectivamente, só reforça o protagonismo da marca canadense no Rali Dakar.


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Deni Nascimento e Idali Bosse são os campeões Brasileiros de Rally Cross Country com a Can-Am

Com a realização do Rally Caminhos da Neve, terminou o campeonato nacional que contou ainda com o segundo e o terceiro lugares ocupados por duplas apoiadas pela Can-Am.

Deni Nascimento e Idali Bosse campeões do Rally Cross Country 2021

Deni Nascimento e Idali Bosse campeões do Rally Cross Country 2021

A temporada 2021 do Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country, terminou neste fim de semana (9 a 11 de dezembro) com a realização do Rally Caminhos da Neve, na Serra Catarinense, que também fez parte do Sertões Series. A quinta e última prova do calendário consagrou a dupla campeã da etapa Deni Nascimento e Idali Bosse também como os grandes campeões nacionais pela quarta vez, após dois dias de disputas e mais de 395 quilômetros de percurso. Piloto e copiloto da equipe Bompack são apoiados pela Can-Am.

Outras duas duplas que recebem apoio da Can-Am ficaram com o segundo e o terceiro lugares na geral do Brasileiro de Cross Country: Gabriel Varela e Gustavo Bortolanza da Varela Can-Am Monster Energy e Deninho Casarini e Ivo Mayer da Can-Am Casarini Racing. Embora o experiente Reinaldo Varela, tricampeão mundial e vencedor do Dakar, e seu parceiro Gunnar Dums tenham vencido o segundo dia no Caminhos da Neve, isso não mudou muito a inconstância na temporada. No entanto, os outros dois componentes da Família Poeira concluíram o campeonato nacional bem classificados. Rodrigo Varela ficou em oitavo e Bruno Varela em nono, embora não tenham disputado o Caminhos da Neve.

“Mais um para a conta. Encerramos o ano muito bem. Tivemos um desempenho bastante uniforme ao longo de 2021, o que nos levou a esse resultado tão importante, nosso quarto título nacional. E tudo isso só foi possível porque o Maverick X3 se comportou brilhantemente, entregando alta performance, robustez e muita tecnologia. Alma lavada e agora começar a planejar 2022″, comemorou Nascimento.

Segundo Reinaldo Varela, alguns bons resultados durante o ano animaram muito a equipe Varela Can-Am Monster Energy: “Nossa equipe venceu o Campeonato Brasileiro de Baja com o meu filho, Rodrigo. No Cross Country, além do excelente resultado do Gabriel, que terminou em segundo, ainda tivemos o Rodrigo e o Bruno em ótimas posições no geral. Só comemorar agora”.

Rally Caminhos da Neve

Uma etapa das mais complicadas, mas muito divertida, concluíram alguns dos pilotos. O Rally Caminhos da Neve 2021 teve como base o Parque Municipal de eventos de Bom Retiro (SC) e contou com especiais realmente incríveis, com trechos bem sinuosos no interior do município, passagem pela cidade vizinha de Rio Rufino e mais de 90% dos trechos cronometrados inéditos e, portanto, não conhecidos dos competidores.

Na geral, após 2 dias de provas, deu Nascimento e Bosse, com o total de 4h24m04s. As outras duplas que disputaram a etapa de Santa Catarina, Reinaldo e Dums e Gabriel e Bortolanza, tiveram algumas dificuldades e acabaram sem bons resultados na geral acumulada.

Resultados extraoficiais – Caminhos da Neve (Geral)

1.Deni Nascimento/Idali Bosse – Can-Am Maverick X3, 4h24min04s

2.Fábio Pirondi/Marcelo Ritter – Can-Am Maverick X3, a 01min45s2

3.Cristiano Batista/Robledo Nicoletti – Can-Am Maverick X3, a 02min11s3

4.Ênio Bozzano/Wellington Rezende – Can-Am Maverick X3, a 03min55s0

5.Silvio Martins/Vinícius Martins – Can-Am Maverick X3, a 10min25s0

6.Pedro Dowell/Caio Spolidorio – R Free Hobby QI Tech, a 11min19s0

7.Ivan Kuhnem/Amarildo Pereira – Can-Am Maverick X3, a 12min13s0

8.Thiago Fraga/Álvaro Amarante – Can-Am Maverick X3, a 12min36s0

9.Gabriel Cestari/Jhonatan Ardigo – Can-Am Maverick X3, a 13min33s0

10.Luiz Carlos Nacif/Neurivan Calado – Can-Am Maverick X3, a 15min00s0

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Ação nas Areias fará a diferença mais um vez para comunidades do Nordeste

Com o apoio da BRP e da AssoBRP, concessionárias e voluntários distribuirão donativos a famílias que vivem isoladas nas localidades por onde passará a caravana

Ação nas Areias

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De 10 a 17 de dezembro acontecerá a 6ª edição da campanha Ação nas Areias, iniciativa social que contribui para a melhoria da qualidade de vida de comunidades que vivem isoladas num trecho de aproximadamente 400 quilômetros compreendendo os estados do Maranhão, Piauí e Ceará. A iniciativa apoiada pela BRP e pela AssoBRP, Associação Brasileira dos Concessionários Rodas e Náutica da BRP, conta com a participação de 20 voluntários, incluindo concessionárias das três localidades.

A expectativa para este ano é distribuir 1 mil cestas básicas, 1 mil brinquedos, 1 mil mochilas com material escolar básico e 1 mil kits de escovação para uma população de aproximadamente 6 mil pessoas. A campanha para arrecadação de fundos para a compra dos donativos já começou e qualquer pessoa pode contribuir (mais informações ao final).

Com parte do valor angariado, também serão compradas 150 Bolsas Camelo para serem distribuídas. O dispositivo permite a filtragem da água, tornando-a potável, pronta para o uso. Cada bolsa pode filtrar água para o consumo de até 5 famílias. O projeto, desenvolvido na PUC-RJ, tem um custo de produção de aproximadamente R$ 350. O sistema de purificação é composto por uma mochila, um filtro portátil e um suporte de parede.

“Tudo começou de forma despretensiosa e, felizmente, estamos crescendo a cada edição. Muito mais do que gratificante, é importante essa ação porque leva auxílio a quem tanto precisa. Com o apoio da BRP e da AssoBRP temos conseguido ampliar essa rede de auxílio às comunidades, já realizada por alguns de nossos associados. Sem dúvida, juntos somos mais fortes e podemos fazer a diferença”, frisou Gerard Souza, Presidente da AssoBRP.

De acordo com Souza, a área onde vivem essas famílias é arenosa e de difícil acesso, até mesmo para veículos equipados com tração 4×4. Fica quilômetros distante da praia e dos centros, ou seja, isolado de tudo, limitando o desenvolvimento econômico e social da região. “O que era um passeio a bordo dos veículos Can-Am no início, se tornou uma expedição solidária, cuja missão é levar um pouco de alegria e conforto para as comunidades”, ressalta.

Para Fernando Alves, Country Manager BRP Brasil, a Ação nas Areia é uma iniciativa totalmente alinhada às diretrizes da BRP no mundo: “Todo nosso apoio à entidade e aos concessionários participantes. Desejamos que cada vez mais atitudes como essa, de prover algo que auxilie o próximo, e de uma maneira tão planejada e articulada, sejam abraçadas por mais pessoas”.


Serviço

As contribuições para Ação nas Areias podem ser feitas via Pix para:

Gerard André Vieira de Souza

893.674.997-87 (CPF)

Mais informações:

AssoBRP

Tel.: (11) 5031-9334 ou (11) 98255-4210

Sobre a BRP

Somos um líder global no mundo de veículos de esportes motorizados, sistemas de propulsão e embarcações construídos em mais de 75 anos de engenhosidade e foco intenso no consumidor. Nosso portfólio de líderes da indústria e produtos distintos incluem motos de neve Ski-Doo e Lynx, motos aquáticas Sea-Doo, veículos Can-Am on e off-road, embarcações Alumacraft, Manitou, Quintrex e sistemas de propulsão marítima Rotax bem como motores Rotax para karts e aeronaves recreativas. Completamos nossas linhas de produtos com um negócio dedicado de peças, acessórios e vestuário para aprimorar totalmente a experiência de pilotagem.

Com vendas anuais de CA $ 6,0 bilhões em mais de 130 países, nossa força de trabalho global é composta por mais de 14.500 pessoas motivadas e habilidosas.

No Brasil, a empresa possui ampla cobertura nacional com 71 revendedores em todas as regiões, capacitados a proporcionar a melhor experiência aos clientes na venda de veículos, peças, acessórios e serviços.

Carbono.AG Agência de Comunicação

Assessoria de Imprensa BRP Brasil

Christian Marxen e Erica Munhoz

Telefone: (11) 5542-4599

E-mail: atendimento2@carbono.ag

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Rodrigo Varela vence Rally Poeira e leva mais um título nacional com a Can-Am

Rodrigo venceu no sábado e seu pai, Reinaldo Varela, foi o melhor na etapa de domingo.
Nelsinho Piquet, que participou pela primeira vez do Baja, chegou a liderar uma das especiais em sua classe UT2.
Deninho Casarini tem resultados expressivos nos dois dias e ainda comemora a estreia do filho Massimo como piloto de rali.

Rodrigo Varela e seu Can-Am Maverick X3  Foto: Doni Castilho

Rodrigo Varela e seu Can-Am Maverick X3 Foto: Doni Castilho

A conquista do primeiro lugar no Rally Poeira, realizado no último fim de semana, em Araçatuba (SP), foi o suficiente para tornar Rodrigo Varela campeão brasileiro de Rally Baja. Após vencer o primeiro dos dois dias da prova, o piloto da equipe Can-Am Monster Energy faturou, também, o título nacional. O resultado coroa uma temporada das mais fortes de Rodrigo. Das oito especiais disputadas no Baja, venceu cinco e, em outras duas, ficou com a segunda colocação. Este é o terceiro título de Rodrigo no Campeonato Brasileiro, repetindo 2015 e 2018.

“Foi uma especial muito rápida, bem técnica e com alguns perigos por conta da velocidade. Mas foi muito bom, uma prova para fechar com chave de ouro o campeonato. O Can-Am Maverick X3 se comportou muito bem no terreno, a suspensão trabalhou bem, o pneu estava perfeito”, avaliou o novo tetracampeão.

Na etapa do domingo quem levou a melhor foi Reinaldo Varela, dando um gosto todo especial ao final do campeonato com pódio para a Família Poeira. “Dominamos o final de semana”, brincou o tricampeão do mundo e vencedor do Dakar. “Foi uma especial equilibrada, já que todos conheciam o percurso e o terreno, e conseguimos buscar a vitória na segunda volta”.

Para Nelsinho Piquet, o Rally Poeira foi mais um desafio no mundo do rali. A bordo do Can-Am Maverick X3, competiu na classe UT2 e conseguiu concluir todos os quatro trechos cronometrados, conhecidos como “especiais”.

O primeiro campeão mundial da Fórmula E chegou a liderar uma especial em sua classe. “Liderei no percurso mas não confirmei na tabela de resultados, pois minha inexperiência me fez perder a sinalização de um trecho em radar e acabei perdendo tempo precioso na correção dos resultados.  De qualquer forma, fiquei muito feliz em competir mais uma vez pela Can-Am. Optei por participar do Rally Poeira para ter mais quilometragem no UTV Maverick X3 e ganhar mais experiência no off-road. Estou evoluindo e tenho certeza de que a bagagem adquirida na prova vai me ajudar nos próximos desafios. Me aguardem, pois planejo muito mais no próximo ano.”

Já o bicampeão do Sertões, Deninho Casarini, teve uma sensação inédita nessa prova. “Não tinha mais chances de vencer o campeonato de Baja então fui para dar o meu melhor nos dois dias de prova. Venci na minha categoria mas fui segundo na geral, porém saí com o maior troféu que poderia ter. Essa foi a prova de estreia do meu filho Massimo, que ainda compete na categoria em duplas. Saber que dividimos a mesma pista no mesmo dia não tem preço. Além disso, pelo que vi tenho certeza de que o futuro do rali nacional é promissor”, pontuou o piloto da equipe Can-Am Casarini.

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Rally São Paulo foi decisivo para equipes apoiadas pela Can-Am

Classificações conquistadas na etapa beneficiam as duplas Deni Nascimento e Idali Bosse e Reinaldo Varela e Gunnar Dums para o Brasileiro de Rally Cross-Country.

Deni Nascimento e Idali Bosse vencem um dos trechos alagados  Foto: Gabriel Heusi

Deni Nascimento e Idali Bosse vencem um dos trechos alagados Foto: Gabriel Heusi

Foram dois dias de provas, 5 e 6 de novembro, e 543 quilômetros, dos quais 484 cronometrados, num percurso de rara beleza. O Rally São Paulo, realizado em Ilha Comprida (SP), no Vale do Ribeira, integrou o campeonato Sertões Series e foi decisivo para a classificação dos pilotos apoiados pela Can-Am para o Brasileiro de Rally Cross-Country.
Patrimônio Natural da Humanidade, a região concentra a maior área contínua remanescente de Mata Atlântica do país. A partir de Ilha Comprida, os competidores passaram por Iguape, Pariquera Açu, Jacupiranga e Cananeia, enfrentando uma diversidade de terrenos, com muita água empoçada, extensa faixa de areia, cascalho, piçarra, lama, trechos de serra mais sinuosos e técnicos, e outros mais abertos e rápidos.
A melhor colocação foi da dupla Deni Nascimento e Idali Bosse, da equipe Bompack Racing, que ficou com o segundo lugar, dentre as 37 equipes participantes. Após se manterem no encalço do Maverick X3 de Deni, que tinha 47s de desvantagem antes da segunda largada, a dupla Cristiano Batista e Robledo Nicoletti se sagrou campeã por uma diferença ainda menor, de 37s.

Para Nascimento, campeão do Rally dos Sertões 2019, competir em Ilha Comprida teve um gostinho todo especial porque foi onde começou sua história dentro do rali, numa prova de moto, realizada em 2007, da qual foi o campeão. Ter vencido logo na primeira vez o fez migrar definitivamente de modalidade, já no ano seguinte, abandonando o Veloterra:

“Foi muito gratificante voltar à Ilha Comprida e mais ainda chegar à penúltima etapa do campeonato brigando pelo título, ainda mais pela disputa acirradíssima e pelas dificuldades enfrentadas. Tiveram trechos alagados, com poças bem fundas, que o carro entrava todo dentro da água. Ficamos tensos porque poderia dar uma pane em função de hoje ser tudo eletrônico. Mas o Maverick X3 se comportou muito bem. E com isso, demos mais um passo muito importante com um primeiro e um segundo lugares que nos coloca muito próximos da vitória. Faltam poucos pontos e um décimo lugar na próxima etapa, em dezembro, pode nos levar ao título. Mas vamos para vencer, claro. Portanto, temos tudo para confirmarmos o tetracampeonato na categoria e na geral do UTV1”, prevê o piloto apoiado pela Can-Am.

Já a equipe Can-Am Monster, dos Varela, depois de dominar amplamente a terceira etapa do Campeonato Brasileiro de Rally Baja com o UTV de Rodrigo Varela na semana passada, não obteve o mesmo rendimento no Series.

Reinaldo Varela e seu navegador Gunnar Dums terminaram com a quinta colocação, enquanto o outro carro inscrito pelo time, tripulado por Gabriel Varela e seu parceiro Gustavo Bortolanza, ficou com o oitavo lugar, após problemas técnicos nos dois dias de prova.

“Mesmo com problemas no CVT, em função da enorme quantidade de água empoçada, conseguimos terminar a etapa em uma boa posição, o que nos coloca em segundo na categoria no campeonato. Agora, pensar na próxima prova e dar máximo para o melhor resultado possível”, avaliou Reinaldo.

Mais uma dupla, a bicampeã do Sertões apoiada pela Can-Am, Deninho Casarini e Ivo Mayer, competiu, terminando na vigésima-quarta posição na geral depois de também enfrentar problemas com os trechos alagados.

Resultados Rally São Paulo (Geral)
1.   Cristiano Batista/Robledo Nicoletti, Can-Am Maverick X3, 9h23min47
2.   Denísio do Nascimento/Idali Bosse, Can-Am Maverick X3, a 37s
3.   Fábio Pirondi/Marcelo Ritter, Can-Am Maverick X3, a 5min35
4.   Pedro Mac Dowell/Caio Spolidorio, Can-Am Maverick X3, a 7min48
5.   Reinaldo Varela/Gunnar Dums, Can-Am Maverick X3, a 11min32

Patrimônio Natural da Humanidade, a região concentra a maior área contínua remanescente de Mata Atlântica do país. A partir de Ilha Comprida, os competidores passaram por Iguape, Pariquera Açu, Jacupiranga e Cananeia, enfrentando uma diversidade de terrenos, com muita água empoçada, extensa faixa de areia, cascalho, piçarra, lama, trechos de serra mais sinuosos e técnicos, e outros mais abertos e rápidos.
A melhor colocação foi da dupla Deni Nascimento e Idali Bosse, da equipe Bompack Racing, que ficou com o segundo lugar, dentre as 37 equipes participantes. Após se manterem no encalço do Maverick X3 de Deni, que tinha 47s de desvantagem antes da segunda largada, a dupla Cristiano Batista e Robledo Nicoletti se sagrou campeã por uma diferença ainda menor, de 37s.

Foram dois dias de provas, 5 e 6 de novembro, e 543 quilômetros, dos quais 484 cronometrados, num percurso de rara beleza. O Rally São Paulo, realizado em Ilha Comprida (SP), no Vale do Ribeira, integrou o campeonato Sertões Series e foi decisivo para a classificação dos pilotos apoiados pela Can-Am para o Brasileiro de Rally Cross-Country.

Para Nascimento, campeão do Rally dos Sertões 2019, competir em Ilha Comprida teve um gostinho todo especial porque foi onde começou sua história dentro do rali, numa prova de moto, realizada em 2007, da qual foi o campeão. Ter vencido logo na primeira vez o fez migrar definitivamente de modalidade, já no ano seguinte, abandonando o Veloterra:

“Foi muito gratificante voltar à Ilha Comprida e mais ainda chegar à penúltima etapa do campeonato brigando pelo título, ainda mais pela disputa acirradíssima e pelas dificuldades enfrentadas. Tiveram trechos alagados, com poças bem fundas, que o carro entrava todo dentro da água. Ficamos tensos porque poderia dar uma pane em função de hoje ser tudo eletrônico. Mas o Maverick X3 se comportou muito bem. E com isso, demos mais um passo muito importante com um primeiro e um segundo lugares que nos coloca muito próximos da vitória. Faltam poucos pontos e um décimo lugar na próxima etapa, em dezembro, pode nos levar ao título. Mas vamos para vencer, claro. Portanto, temos tudo para confirmarmos o tetracampeonato na categoria e na geral do UTV1”, prevê o piloto apoiado pela Can-Am.

Já a equipe Can-Am Monster, dos Varela, depois de dominar amplamente a terceira etapa do Campeonato Brasileiro de Rally Baja com o UTV de Rodrigo Varela na semana passada, não obteve o mesmo rendimento no Series.

Reinaldo Varela e seu navegador Gunnar Dums terminaram com a quinta colocação, enquanto o outro carro inscrito pelo time, tripulado por Gabriel Varela e seu parceiro Gustavo Bortolanza, ficou com o oitavo lugar, após problemas técnicos nos dois dias de prova.

“Mesmo com problemas no CVT, em função da enorme quantidade de água empoçada, conseguimos terminar a etapa em uma boa posição, o que nos coloca em segundo na categoria no campeonato. Agora, pensar na próxima prova e dar máximo para o melhor resultado possível”, avaliou Reinaldo.

Mais uma dupla, a bicampeã do Sertões apoiada pela Can-Am, Deninho Casarini e Ivo Mayer, competiu, terminando na vigésima-quarta posição na geral depois de também enfrentar problemas com os trechos alagados.

Resultados Rally São Paulo (Geral)
1.   Cristiano Batista/Robledo Nicoletti, Can-Am Maverick X3, 9h23min47
2.   Denísio do Nascimento/Idali Bosse, Can-Am Maverick X3, a 37s
3.   Fábio Pirondi/Marcelo Ritter, Can-Am Maverick X3, a 5min35
4.   Pedro Mac Dowell/Caio Spolidorio, Can-Am Maverick X3, a 7min48
5.   Reinaldo Varela/Gunnar Dums, Can-Am Maverick X3, a 11min32

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Deninho Casarini é bicampeão do Rally do Sertões 2021

Enquanto Deni Nascimento cumpre estratégia e termina em sexto no Top 10, Helena Deyama mostra a força das mulheres na competição.

Deninho Casarini e Ivo Mayer são campeões da edição 2021. Foto: Fotop

Deninho Casarini e Ivo Mayer são campeões da edição 2021. Foto: Fotop

Depois de mais de 30 horas e oito etapas, Deninho Casarini conquistou o bicampeonato do Rally dos Sertões 2021 ao lado de seu parceiro e navegador Ivo Mayer na categoria UTV. “A alegria veio um dia antes. Estamos muito felizes. Foi uma competição muito difícil e com muita adversidade. Mas tivemos foco e conseguimos finalizar com o melhor tempo. A sensação a bordo do nosso Can-Am Maverick X3 foi de dever cumprido”, celebrou o piloto da Casarini Racing.

As chuvas fortes na divisa entre Alagoas e Pernambuco levaram a organização do maior rali das Américas a transformar, por segurança, a nona e decisiva etapa em um deslocamento, entre Arapiraca (AL) e Tamandaré (PE). Com isso, o sábado e o estágio entre Delmiro Gouveia e Arapiraca se tornaram decisivos e de comemorações para a dupla vencedora. E não só para eles como também para Deni para Nascimento e Idali Bosse, que encerraram o dia no sexto lugar no ranking acumulado em uma aposta certeira e estratégica para entrar no Top 10 e pontuar no campeonato brasileiro. O início desafiador para Nascimento e Bosse os levou a uma corrida de recuperação.

O trajeto do sábado 21 de agosto que, pela primeira vez em 29 anos, contemplou as belezas de Alagoas, teve início com um pequeno deslocamento inicial e largou na saída da cidade de Delmiro Gouveia, cujo nome remete ao grande comerciante da época que ficou rico vendendo couro de bode para Nova Iorque. Apesar de ter sido uma prova curta, com apenas 249Km (151 cronometrados), os pilotos tiveram um trabalho duro e enfrentaram estradas de fazendas com muita erosão e pedras, travessias de rios e trechos estreitos. Pura emoção.

Para Nascimento e Bosse, dupla apoiada pela Can-Am, a especial do sábado foi muito dura, porém conseguiram concluir com o objetivo que traçaram, de escalar na especial: “Mantemos um ritmo bem conservador, porém sem arriscar muito. Nosso Maverick X3 se comportou muito bem e foi motivo da nossa comemoração”.

Os trechos de alta velocidade e as descida exigiram muito dos pilotos e seus navegadores. Reinaldo Varela, da equipe Can-Am Monster Energy Varela Racing, finalizou o dia na décima posição muito grato ao lado de seu parceiro Gunnar Dums: “Esta foi uma das edições mais difíceis para a nossa equipe. Apesar de termos tido bons dias, nos quais chegamos a liderar o rali, nosso time passou por muitas situações difíceis. A começar pela cirurgia de emergência para eliminação de uma apendicite feita às vésperas da largada e que tirou o meu filho Bruno Varela da prova e nos deixou com um carro a menos. O importante é que o time ficou unido e nossa família foi firme até o final. Essas dificuldades não são raras no mundo dos ralis e elas só nos unem ainda mais, tanto como família quanto como time”, salientou o patriarca da Família da Poeira, também tricampeão mundial e campeão do Rally Dakar.

Após correr o Sertões de ponta a ponta pela primeira vez apoiado pela Can-Am, Nelsinho Piquet também comemorou a experiência, considerando a oportunidade grandiosa: “Agora que a parte de especiais e adrenalina acabaram posso dizer que foi muito bom. Estou feliz em ter completado a prova e só tenho a agradecer aos patrocinadores e apoiadores pela oportunidade. Também quero agradecer meu navegador Flavio França por participar desta jornada comigo. Tirei muitas lições sobre o estilo de pilotagem a bodo do Maverick X3, os terrenos no rali, os limites e espero estar novamente em 2022”.

A força das mulheres

Helena Deyama representante feminina da Can-Am no Sertões 2021, juntamente com sua navegadora Cristina Possetti, levou toda a competição de uma forma leve: “Nossa estratégia este ano foi fazer uma prova conservadora, não quisemos quebrar nada e nossa manutenção foi apenas preventiva. O Maverick X3 se comportou muito bem e nos levou até o fim do jeito que planejávamos e finalizamos na trigésima-primeira colocação. Mas o mais importante mesmo foi que curtimos demais do começo ao fim, cumprindo nosso objetivo e especialmente levando a nossa mensagem do poder feminino. Passamos por cenários memoráveis que guardaremos para sempre na memória”.

Com o cancelamento da última especial em função das chuvas, competidores fazem o deslocamento deste domingo, 22 de agosto, de Arapiraca (AL) a Tamandaré (PE), num total de 320Km. Ao final, haverá a formalização dos campeões da edição e a entrega das medalhas a todos que completaram um dos mais técnicos e belos do Sertões em 29 anos de história.

Resultados extraoficiais – etapa 8 (Geral)

1.   A Miguel/F Mota, 2h48min12s

2.   C Batista/R Nicoletti, a 01min02s0

3.   F Pirondi/M Ritter, a 01min26s0

4.   Deni Nascimento/Idali Bosse, a 01min39s0

5.   Rodrigo Luppi/Maykel Justo, a 02min25s0

6.   E Bozzano/W Rezende, a 03min00s0

7.   J Dias/J Filipe, a 03min20s0

8.   W Campos/L Sobreira, a 04min05s0

9.   A Hort/M Mazzei, a 04min13s0

10. R Varela /G Dums, a 04min20s0

Resultados extraoficiais – etapa 8 (Acumulado)

  1. Denísio Casarini/Ivo Mayer – Can-Am – 30:36:29
  2. André Hort/Matheus Mazzei – Can-Am – + 16:11min
  3. Rodrigo Luppi/Maykel Justo – Can-Am – + 18:45min
  4. João Monteiro/Victor Hugo Melo – Can-Am – + 22:21min
  5. Gabriel Cestari/Jhonatan Ardigo – Can-Am – + 34:43min
  6. Deni Nascimento/Idali Bosse – Can-Am – + 44:42min
  7. A Montani/H Ribeiro – Can-Am – + 46:48min
  8. C Currie/S Laxon – - + 49:56min
  9. Edu Piano/Solon Mendes – Can-Am – + 51:13min
  10. J Dias/J Filipe – Can-Am – + 01:04min
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